domingo, 1 de março de 2026

Guerras, não são a solução.

Insistentemente temos mostrado o quanto a determinação criminosa de alguns são ruins para todos os países, e todos os povos do mundo, ainda mais quando pensam e fazem valer seus objetivos e interesses por meio de atos violentos e guerras.


Escola para meninas no Irã em Minab, após ataques de Israel Foto Google Imagem 


Ataque ao Irã mata 85 em escola de meninas | G1 28.02.2026

Perigo real! - Foco BRASIL 08.02.2026

Foco BRASIL: Uma guerra, muitas mentiras. - 18.06.2025

Vídeo, ataques de Israel matam 51 crianças no Irã - 28.02.2026



Com ou sem a morte de Khamenei, o Irã segue com disposição de reagir aos ataques, e pouco se sabe do que realmente ocorreu e qual verdade, é certo que não há como confiar em tiranos ou criminosos, não importa qual a nacionalidade, e não se pode esperar ou crer que violentos sejam algo bom para um povo ou para um país.

EUA com Donald Trump no comando, e Netanyahu em Israel, são exemplos claros de líderes violentos e sem moral ou dignidade para cobrar posturas de outros povos e governos como no caso do Irã. O que estes criminosos fizeram em muitos momentos, alguns recentes como as execuções e mortes na Venezuela e no Caribe, por Trump e suas tropas ou em Gaza e Cisjordânia, pelas forças genocidas israelenses, apoiada pelos EUA, resultando em destruição e morte de dezenas de milhares de civis palestinos, a grande maioria inocentes, dentre os quais milhares de crianças, tira toda credibilidade de tais governos sanguinários, com suas mentiras e truculência, que inclusive já se juntaram antes em ataques ilegais contra o Irã e pessoas do governo.


Análise: Bombardeio ao Irã é ilegal, mesmo contra um regime ilegal - UOL 28.02.2026

Ataques ao Irã deixam ao menos 201 mortos e cerca de 750 feridos | Agência Brasil 28.02.2026



Não é uma apologia aos erros ou excessos e crimes do governo ou dos mandatários no Irã, cuja condutas ensejam críticas e condenações em muitos aspectos, mas que não justificam ilegalidades cometidas por alguns piores até que os do Regime dos Aiatolás, não é plausível aceitar os ataques e agressões que já ocorreram contra os iranianos, nem tentativas de derrubar estruturas por meio de incitações violentas e estrangeiras usando a população civil como desculpa ou meios de agressões, assassinatos, destruições e bombardeios, como os de junho ou agora. São atos criminosos, ilegais e violentas os praticados por Israel e EUA contra o Irã, que tem argumentos e direito a autodefesa, o que piora o cenário e leva a guerra imprevisível e difícil, como as de agora.


Imagens mostram mísseis iranianos que atingem Dubai - BBC 28.02.2026



Dubai: explosão atinge área de hotéis de luxo e deixa quatro feridos - BBC News Brasil 28.02.2026


Neste e em outros canais temos tratado o tema, mostrado os problemas, alertando para os riscos e perdas enormes que atos impensados podem provocar, bem como sobre a repetição dos ataques suas inutilidades, danos a inocentes, e perigos para região, inclusive para os de hoje 28 de fevereiro, com conflitos ainda em curso e para qual alertamos, quase estabelecendo a data e condições, e que implicam em sofrimento e perdas enormes para os envolvidos e outros atores regionais, e até fora do Oriente Médio. O que os genocidas e aliados americanos e israelenses iriam fazer era esperado, e ainda que tenham força maior que o Irã, não será por meio desta que irão fazer valer seus objetivos e ainda com muitos custos, mesmo com tréguas ou interrupções temporárias os danos e efeitos serão muitos, negativos e com possibilidade de um tempo longo de ocorrência e extensão dos efeitos ruins, que independem de Khamenei ou outros líderes no próprio Irã.

De fato estão jogando alto é de forma arriscada, na prática e na verdade, tentando conter problemas internos de Israel e seus líderes, Netanyahu principalmente, ou dos EUA com Trump e seu governo, que já desagradam fortemente suas populações, e querem contabilizar vitórias com falsas narrativas e violências, desviando atenção que recai sobre si, e afeta muito seus interesses. O fato é que vão descobrir, independente do resultado e o que ocorra ao governo do Irã, que os tempos de apogeu e domínio passaram, que países soberanos como o Irã e sua sociedade, devem e tem o direito de resolver seus dilemas soberanamente, sem intervenções ou ameaças e agressões, de quem age até de forma muito pior que estes, ou querem se impor e determinar os rumos e soluções para povos livres, que não precisam e nem desejam comando dos EUA, muito menos de Israel.



Reação do Irã atinge Israel e 14 bases militares dos EUA no Oriente Médio; Conselho de Segurança marca reunião urgente | Brasil de Fato 28.02.2026

Guarda Revolucionária do Irã fecha Estreito de Ormuz, afirma Reuters - UOL 28.02.2026


O conflito atual é uma enorme interrogação, pode ser paralisado mas não mais vencido, pois até os que se acham vencedores serão amargamente atingidos e claramente exposto, tendo sua hegemonia desafiada e exposta no que se seguirá. Matar dezenas de criança numa escola ou ver suas bases e "locais seguros" também maculados, não é algo a ser posto como exemplo de vitória, ainda mais com pessoas vitimadas e atingidas onde não era esperado ou imaginado, é sinal de fraqueza.


Irã afirma ataques contra bases militares e Ministério de Israel - O Tempo 28.02.2026

Reação do Irã atinge Israel e 14 bases militares dos EUA no Oriente Médio - ICL Notícias  28.02.2026

Irã rebate Netanyahu e afirma que Ali Khamenei está vivo - CB Correio Braziliense 28.02.2026

Irã lança novos ataques e explosões atingem Tel Aviv, dizem agências - CNN 28.02.2026


Imagens de explosão de míssil iraniano
no centro de Tel Aviv em Israel - VNS


Equipe de socorro em Israel - foto VNS


Israel: Ataque do Irã a Tel Aviv deixa 1 morto e 21 feridos | G1 28.02.2026


Ataque do Irã a Tel Aviv - foto G1


Diante das muitas realidades e acusações e farsas, com muitos apoios e aliados dos agressores, com interesses políticos, econômicos, comerciais e estratégicos relacionados, com meios e bases distribuídas por países da região, na Ásia, especialmente no Oriente Médio, e na Península Arábica, como Catar, Barein, Emirados Árabes Unidos e etc, fatos e precedentes que dão legitimidade aos iranianos em suas retaliações.

O Irã merece respeito não pelos seus líderes ou governo, mas pela capacidade de resistir e lutar por sua soberania, pela proteção de seu povo, ao menos e ataques a agressões como as atuais, por sua autodeterminação e por não terem iniciado está aventura conflituosa, mas por não ceder a ameaças. Neste momento dá um exemplo forte para muitos!

Paquistão declara 'guerra aberta' a autoridades talebans do Afeganistão e ataca Cabul – CartaCapital 27.02.2026


Forças do Paquistão - foto Carta Capital 


Guerras não são soluções, alinhamento com os violentos e para manter agressões como os feitas por Israel e EUA, assim como a extensão do conflito entre Rússia e Ucrânia, com terceiros envolvidos ou até nas recentes escaramuças entre Paquistão e Afeganistão, são sinais perigosos e de dias difíceis que em breve veremos como temos alertado neste veículo, em outros, e em redes como o Facebook, sempre tentando fazer mais clara as informações, num momento onde a paz e a verdade é muito necessária e urgente, para nós brasileiros e para o mundo como um todo, que são também afetados e merecem conhecer ou receber outras informações e versões, que não as manipuladas em prol dos grandes poderes e pretenções descabidas dos EUA.


domingo, 8 de fevereiro de 2026

Perigo real

O mundo começa com 2026 tão ou mais conflituoso que foi em 2025, apesar de uma pausa em alguns,  como os que envolvem Israel e seus vizinhos, não todos e nem tão próximos, como o Irã, onde ataques diretos não ocorrem fazem meses, diferente do que ainda acontece com Gaza e Cisjordânia e até no Líbano em menor escala. 

Política externa de Trump abala ordem global e aprofunda disputa entre potências – Noticias R7 08.02.2026

Fonte: G1 VÍDEO: Porta-aviões dos EUA faz manobras perto do Irã em meio a pressão militar | G1 05.02.2026

EUA pedem negociação com Rússia e a China para estabelecer novos limites às armas nucleares - Jornal da Record - 06.02.2026

Foco BRASIL: Pólos opostos!

Ademais as coisas estão muito desequilibradas e perigosas, com fim de acordos nucleares, guerras ativas entre Rússia e Ucrânia, que envolvem muitos outros, ou com ações e ameaças americanas com intervenções violentas, sejam em áreas do Pacífico e do Atlântico, com mortes tidas como execuções em rotas navais, sejam contra "adversários dos EUA", em Cuba ou como foi visto nos primeiros dias do ano na Venezuela, com o "sequestro" de Nicolas Maduro. Tais instabilidades são preocupantes e graves, dão evidências de uma acelerada deterioração do ambiente e da segurança mundial, com potencial para mais problemas, violências, sofrimentos e mortes, com requintes de perversidade e caprichos de tiranos como Donald Trump, e seus planos caóticos como os elencados para Palestina, além da enorme pressão e ataques a soberania em Cuba com danos humanitários a população, ou o cerco e ameaças aos iranianos, após suposta interferência em recentes movimentos de rebeldes no Irã, patrocinado pelo serviço secreto americano e israelense, resultando em milhares de mortes, é outro ponto forte de atrito entre os governos envolvidos, com potencial para um conflito regional. Não bastasse tais situações, acrescentem os desentendimentos entre EUA e Europa, e as pretensões de Trump sobre a Groenlândia. É muito real a elecom ação  das tensões, o perigo potencial é cada vez maior a cada dia!

Cuba decreta medidas de emergência diante de crise energética - O Globo 07.02.2026

EUA atacam navio suspeito de narcotráfico perto da Colômbia e fazem dois mortos | Euronews 06.02.2026

A questão Cuba, Trump após a exploração midiática dos ataques ao governo venezuelano, e com o "sucesso temporário" do sequestro de Maduro e o até então comportamento "dócil" da vice Rodrigues, numa adaptação as chantagens e coerções do presidente americano, com o presidente Díaz-Canel e o povo cubano feitos  de reféns do medo, na sequência os escolhidos para alvos, no rastro das ações americanas iniciadas desde as execuções nos mares do Caribe, patrocinados pela Marinha dos EUA, com um cerco naval que impede também as remessas de petróleo e suprimentos para Havana, e amplia os riscos de conflitos e perdas enormes a população civil, em decorrência de uma clara e ilegal intervenção, a qual o mundo e outras potências como China e Rússia precisam se contrapor, e junto com nações latinas como o México, e mesmo o Brasil, garantir o fornecimento de recursos humanitários essenciais aos cubanos.

Irã está reconstruindo instalações de mísseis alvo de ataques de Israel e dos EUA, mostram imagens - Folha de S.Paulo 07.02

Em meio a negociações, EUA renovam alerta a cidadãos no Irã | G1 06.02.2026

O possível conflito no Oriente Médio com os EUA em constante posição de ameaça ao Irã, a pretexto de conter o suposto programa nuclear iraniano, e proteger seus interesses e aliados como Israel, da mesma forma que assegurou o genocídio praticado pelos israelenses na Palestina, é a mais seria ameaça e com potencial de implantar o caos na Ásia, não por ser impossível uma vitória americanas em um conflito aberto com o Irã, há clara superioridade dos EUA e alguns aliados que não os deixaram sem apoio, ainda que o alinhamento seja oneroso e perigoso, há muitos interessados em uma submissão iraniana, contudo sem dúvidas está seria a custo muito elevado para os americanos e poderia ser ainda mais relativa, ou muito diferente do que houve na Venezuela. O Irã não é despreparado e nem está tão isolado, além de ser resiliente e ter estruturas de poder capazes de superar e prosseguir mesmo sobre fortes ataques, o que pode surpreender e desencadear uma longa guerra, sofrida para muitos e não apenas no Irã ou no Oriente, com perdas aos EUA e ao mundo.

Netanyahu deve se encontrar com Trump nos EUA na quarta para tratar do Irã. - UOL 07.02.2026

Trump e Netanyahu a violência em comum - Foto do sítio da UOL

Há muitas análises e simulações estratégicas de governos ou dos atores envolvidos, mas nenhuma oferece certezas e garantias concretas de sucesso. Algumas autoridades no assunto tem se manifestado pró ou contra as intervenções belicosas dos EUA e Trump, contudo ninguém pode de fato crer que detém as informações e controle sobre os cenários que podem assegurar suas previsões e palpites, sejam eles capazes de apoiar este ou aquele plano e governo, ou influenciar não só os atores mas a opinião pública e os rumos políticos e decisórios, mesmo nos fóruns mundiais.

Irã e EUA tiveram reunião 'muito positiva' e seguirão negociações por acordo nuclear, diz Teerã - 07.02.2026

Um ponto em comum há no que ocorre no Irã e se deu na Venezuela, a coerção violenta dos EUA se dá com concretude e implica em respostas para a sobrevivência dos regimes, e a manutenção de um nível aceitável de soberania e controle dos rumos da nação, em Caracas e após agressão com ajustes e flexibilização de posições com manutenção do regime ainda "aceitando demandas americanas", contudo para além dos aspectos de violência e uma ação concreta iminente, ou a possibilidade e intensão de manutenção e sobrevivência do regime iraniano, as formas e reações não serão parecidas, e não com negociações produtivas e eficazes que impeçam ações em campo, agressões, pois não há seriedade ou respeito por parte dos americanos, que permitam um acordo agora, nem disposição do governo iraniano em abrir mão de significativa garantias de soberania e desenvolvimento, segundo a perspectiva de fortalecimento e orientação política, social e econômica, condizente com os aspectos ideológicos e religiosos que regem o Irã, não sem uma efetiva e contundente motivação, algo que será muito, muito difícil de se conseguir.

Chanceler do Irã sobre negociação de acordo militar com EUA: 'Nossa bomba atômica é o poder de dizer não às grandes potências' - G1 08.02.2026

Lembremos que mesmo sendo uma potência nuclear ou tendo meios navais e aéreos em abundância, porta-aviões nucleares, submarinos, destróier's com centenas de bombas e mísseis, um grande volume de poderosas aeronaves, e apoio em diversas bases e países da região, os EUA sabem, que há riscos reais as suas tropas, apesar de seu poder, e a infeliz percepção que o Irã seguiria uma doutrina de reação proporcional e calibradas ou antecipadas, para não provocar uma guerra de fato, é uma aposta no escuro. Essa postura pode não ser mais válida, o Irã mostrou isso na guerra de 12 dias contra Israel em 2025, numa série de ataques concretos e eficazes ao território israelense, quando mísseis de vários modelos e alcance, e ondas de drones, saturaram o maior sistema de defesa aérea do mundo, e mesmo as interceptações aéreas de americanos e aliados a partir de bases, navios e por meio de aeronaves em vários países da região e em Israel, onde a lição não pode ser ignorada, não resolvem, o Irã tem alguma força e pode ser perigoso e letal, tem meios para manter ou estender um conflito por algum tempo, e pode causar muitas perdas e dores não só aos americanos, mas pela região e no estreito de Ormuz com repercussão para todos os países, e até ampliando o confronto entre potências.

Aos desavisados e arrogantes, não subestimem e não pensem que um conflito com o Irã é algo sem importância ou que se resolva rapidamente sem perdas elevadas, ou diversas e distribuídas. O perigo é real! O perigo é para todos os envolvidos! O mundo vive tempos difíceis e muitos se preparam ou emitem sinais de guerras.  O perigo e real!