Pensando no momento atual, nas muitas dificuldades e desafios em curso para o Brasil, tanto relacionados aos aspectos internos, políticos, em especial com o comportamento danoso do Congresso e dos bolsonaristas, ou econômicos com as investidas dos especuladores do mercado e dos bancos contra as finanças brasileiras e os interesses do povo, ou de caráter sociais (inclusive com ataques a direitos da população, chancelados por setores do judiciário e o STF, que referendum decisões controversas e indesejadas pela maioria), além dos aspectos externos com uma suposta reconfiguração de força e poderes que envolvem potências estrangeiras e seus interesses numa disputa perigosa (dentre elas ascensão da China), destacando o comportamento errático e desestabilizador dos Estados Unidos e de Donald Trump, numa tentativa de prolongar o seu status, inclusive com intervenções de várias formas, sejam políticas (ameaças ao Brasil, Colômbia e Cuba), ou com pressão e interferências nas instituições e governos (como na Venezuela), ou com ações militares ilegais e por meio de mecanismos coercitivos, bloqueios ou conflitos onde se destacam a questão do Líbano e Palestina (com o apoio ao genocídio e as agressões israelenses, sob ordens de Netanyahu), mas principalmente na guerra dos americanos e de Israel contra o Irã, numa tentativa de submeter o Oriente Médio e países que buscam autodeterminação, aos seus caprichos e influência, até além das questões econômicas e da adoção generalizada de sanções e tarifas absurdas em suas relações comerciais com o mundo. É neste contexto que chama a atenção a importância que o Brasil passa a ter no cenário mundial, não somente como fornecedor de insumos, mas como ator global, especialmente se considerarmos o papel do governo brasileiro e do presidente Lula nas discussões e movimentos que os fatos citados desencadeiam ou exigem, onde o nosso governante é visto como um importante interlocutor em defesa do multilateralismo e do diálogo em prol da solução de graves problemas mundiais, mas também do comércio internacional em bases mais justas e respeitosas, algo muito bom.
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| Eduardo Bolsonaro - Foto reprodução |
Diante de Trump, Lula cobra respeito à soberania e critica fortuna de Musk - UOL 16.06.2026
Essa percepção e importãncia dada ao Brasil, não é bem vista pelos governantes americanos e seus grupos econômicos próximos, alguns ligados ao setor de alta tecnologia e financeiro, que reservam para o Brasil uma condição de submissão, subserviência e como mero ator secundário na América Latina. Infelizmente estes tem apoio e contam com a colaboração de segmentos e pessoas, que cheegam a trair nosso país e os legítimos interesses do nosso povo, para com isso obterem uma vantagem direta, em detrimento do melhor para o conjunto dos brasileiros e do nosso desenvolvimento sustentável e soberano. Assim os Bolsonaros, e a extrema direita bolsonarista, com participação de alguns segmentos, do empresariado e banqueiros, habituados a usar para si os recursos do Estado, representantes do agro, elites, grupos de mídias tradicionais, alguns evangélicos e pastores associados a políticos corruptos (especialmente no Congresso Nacional), membros e parte do judiciário e outros poucos privilegiados, trabalham para manter nosso país em patamar inferior e contra as ações do Governo Lula em prol do Brasil melhor.
Moraes diz que “não é função de deputado fazer lobby contra o país” - Poder360 17.06.2026
Cabe então chamar a atenção de todos para um cenário futuro, mas em breve, que exigem de nós muita atenção e efetivamente unidade e disposição para agir e evitar, onde está em jogo o futuro do Brasil e nossa autodeterminação ou destruição. Há intensa movimentação de interesses e poderosos para nos colocar de joelhos diante de Trump, e como Marco Rubio sugeriu passa pelas eleições de outubro de 2026, do que pode resultar ou podem fazer com ela, junto com Flávio Bolsonaro e uma corja de entreguistas, bolsonaristas e a direita, que se forem e vão ser derrotados no embate com Lula, vão tentar ter maioria no Senado e na Câmara e/ou tumultuar o processo eleitoral e o governo futuro, para de uma forma ou de outra e com apoios dos EUA, golpear nosso povo e nossas instituições.
Este processo é planejamento de ataques a nossa independência e democracia já está em curso, e vai se acentuar até às eleições presidenciais, e na sequência para além dela, com objetivo de fazer valer os projetos da extrema direita e de Trump, e inclui aspectos e situações que podemos elencar:
1- ampliar campanhas e ataques nas mídias sociais contra adversários bolsonaristas, contra instituições, partidos e pessoas, não apenas ligadas ao presidente Lula, mas que considerem obstáculos aos seus interesses, inclusive com fake news orquestradas e coordenadas, mentiras e calúnias que atinjam objetivos e demorem a se desfazer;
Conta de luz pode subir R$ 348 bi em votação no Congresso - 17/06/2026 - Economia - Folha 18/06/2026
2 - intensificar ações coordenadas e com apoio dos presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre visando retarda iniciativas de interesses popular patrocinadas pelo Governo Lula, a exemplo do tratamento dado por Alcolumbre' na tramitação da proposta do fim da escala 6x1, paralisada por Alcolumbre' indefinidamente. Simultaneamente darão maior prioridade a proposta da extrema direita, como a nociva 7x0, para desta forma impor derrotas e desgastes a Lula, ainda que me prejuízo do trabalhador e do povo;
3 - priorização de mudanças nas leis e tramitação de projetos de interesses ligados aos segmentos e grupos de apoio e financiamento da direita, como incentivos e isenções s absurdas a pastores de igrejas evangélicas para compras de aeronaves, proteção aos interesses de ruralistas e madeireiros alvos de fiscalizações e multas ambientais, por exemplo. Mas a medida com maior potencial danoso ao Estado, ou a possibilidade de um novo governo Lula com mais ações sociais, é a proposta em tramitação acelerada no Congresso, que aumenta a autonomia do Banco Central (cuja a atuação já favorece banqueiros em detrimento ao bem da sociedade, com a política de juros altos), transferindo poderes e recursos que aproxima ainda mais a instituição do Mercado Financeiro, com seus interesses escusos como no caso do Banco Master, onde há claros sinais de falhas e omissões do BC, especialmente na administração Campis Neto e no governo Bolsonaro, o que é uma temeridade, trás prejuízos enormes ao povo, e pode enfraquecer a política econômica de um governo de cunho popular como o de Lula, pavimentando um golpe ou o controle pelos setores da direita;
4 - intensificação de acordos e estratégias de financiamento paralelo das alianças e políticos de direita, nos estados e a margem da legislação, para viabilizar esquemas e estruturas eleitorais que lhes assegurem votos a Câmara e ao Senado, visando formar maioria de direita alinhada com Bolsonaro, e planos de Trump, inviabilizando um governo de continuidade com reeleição do Lula, ajudando também a favorecer e pavimentar ações golpistas;
Vorcaro bancou jatos, hotéis e restaurantes a Ciro Nogueira - ICL 16.06.2026
5 - alinhamento e apoio dos ministros do TSE de proximidades ou influência bolsonaristas, como Nunes Marques, André Mendonça ou mesmo Dias Tofolli, com interesses e campanhas da direita, em particular com a de Flávio Bolsonaro, favorecendo eleitoralmente na disputa, mediante decisões ou condução parcial de demandas ou denúncias, omissões ou arbitragem irregular e política, seja para influir nos resultados eleitorais, seja para permitir que ocorram situações ou eventos que possam ser usados para questionamentos futuros, para tumultuar o processo ou servirem de pretexto falso, para intervenções legitimas e golpismo;
6 - interferência e tentativas de barrar uma maior atuação do STF, ou outras instituições judiciais ou não, que possam acarretar denúncias, investigados a em processos criminais contra expoentes e políticos de direita, especialmente do PL e bolsonaristas, ou que resultem em exposição pública e prisões, que evidenciam o caráter criminoso destes e com repercussão negativa aos planos e projetos eleitorais destes e suas agremiações partidárias, Neste aspecto é preciso chamar atenção para necessidades de atuação isenta da PF e do MP/PGR, e que não se justifica o comportamento de alguns ministros do STF, como André Mendonça na condução do caso do Banco Master (com possíveis omissões e proteção ao senador Ciro Nogueira, dlindagem ao candidato Flávio Bolsonaro, nitidamente enrolados com os desvios do banqueiro corrupto, Vorcaro), é também preocupante a posição de Nunes Marques e o próprio Mendonça, em recente julgamento ou decisões envolvendo denúncias contra políticos de direita, no caso dos desvios do INSS, nos desvios no governo do Rio de Janeiro, ou desdobramentos das investigações contra Vorcaro, aliados de Ibanês e o BRB do Distrito Federal, algo que se assemelha a "proteção destes" ainda que sejam graves os fatos. Igualmente requer nossa atenção a conduta dos também ministros, Dias Tofolli, Luiz Fux, e Alexandre de Moraes (este no episódio da nomeação de Jorge Messias, rejeitada no Senado, depois de um acordão com Alcolumbre e o Flávio);
7 - possibilidade de ataques ao governo por meio de manobras no TCU, criando empecilhos pouco fundamentados e por meio de apreciação das contas públicas do governo Lula e seus ministérios, de forma a gerar desgastes e dúvidas ou munição para uso político no processo eleitoral e nas mídias;
8 - requer atenção o chamamento público do PL é por meio de propaganda, com a Michele convidando a horda a fiscalizar as eleições. Outro apito de cachorro (mais contundente que o de Zema, Flávio e Caiado)? Parece que a pretexto de atuar democraticamente, vão tumultuar o processo, intimidar eleitores onde não tiverem ambiente que lhes favoreçam, nem vão conseguir disfarçar bem, e convictos de que um resultado adverso não e possível, vão agir com violência e reeditar com mais força atos golpistas, na esperança de receber apoio institucional (mesmo no TSE, Congresso e nas mídias), ou nas organizações (como as sob a batuta de um Malafaia, só para citar) de direita e externos dos EUA e apoiadores como Milei ou outros;
9 - projetar e potencializar imagem negativa do governo, com a adoção de expedientes tendenciosos por meio de veículos de imprensa, com divulgação e produção de informações parciais, com sérias distorções e manipulação de fatos e investigações, para atribuições de culpa e incapacidade administrativa ou política ao governo do presidente Lula, usando de pesquisas ou índices apurados e interpretados sem critérios sérios e éticos, bem como opiniões e análises políticas ou econômicas fabricadas sob medidas, ou a partir de fontes com elevado viés anti-governo, como FIESP, CNA, CNI, FEBRABAN ou operadores da Faria Lima, com recursos e espaços nos representantes do PIG - Partido da Imprensa Golpista, Veja-Abril, Folha de São Paulo, O Globo e redes como a Rede Globo, veículos da Roberto Marinho, ou O Estado de São Paulo, para atingir parcelas significativas do povo;
10 - Ações internacionais ostensivas e visando uma ingerência clara nos assuntos internos do Brasil, especialmente desencadeadas no governo Trump, e com ameaças ou manobras militares próximas as fronteiras e áreas de interesses brasileiros, em regiões sensíveis como o Norte (Guianas), e no Sul próximo ao Paraguai, sem falar nos ataques ao Pix não só como retórica (com ataques hacker também e ao Sistema Financeiro Nacional), associados a tarifaços, elevação dos custos de exportação dos produtos brasileiros, e possibilidade de implantação de sanções graves, e nocivas ao Brasil. É preciso considera a traição de Eduardo e Flávio Bolsonaro, trabalhando contra os bons interesses do povo e de nossa nação, a exemplo da recente classificação equivocada americanas, no tocante as organizações criminosas PCC e CV.
Fonte: Folha de S.Paulo, Presidente do PT defende Jacques Wagner- 17.06.2026
11 - Criada as condições de ações, pretextos, falsas afirmações e mentiras, desinformação que acentuando um sentimento de polarização, vitimização ou suposta irregularidades, abre-se caminho para negação de resultados eleitorais desfavoráveis aos elementos de extrema direita, com prováveis ações contestadoras e violentas na sequência, com estruturas de apoio e omissões já citadas e deliberadas, amplificadas por "intervenções ou interferências de Trump" e outros atores internacionais, em um esforço para no mínimo inviabilizar um 4º mandato de Lula, ou instituir outra estratégia golpista de efetiva apropriação do poder institucional para além dos processos eleitorais, vontade do povo, e previsão legal e constitucional, ou presente no arcabouço jurídico brasileiro. Por isso se preparar para qualquer cenário é fundamental e adequado, com mobilização e comunicação clara e consistente que supere as estruturas midiáticas sociais contaminadas, aparelhadas, e o sistema tradicional de comunicação e informação, tendencioso, de viés de direita e porta voz das elites e segmentos de influência e poder ultraconservadores, personificados em redes como a Globo, Record, ou Veja, Estadão, Folha de São Paulo, que atuam para desinformar, alienar e manipular, dando suporte a projetos concentradores, entreguistas, reacionários. Urge está atento e preparados para o dia seguinte e tudo de ruim que estão preparando!
Em resumo, o processo não se resume as eleições, e as dificuldades são maiores, estarão tentando fazer com que o governo atual seja arrastado para crises, e prejudiciais a imagem não apenas de Lula e seu projeto, mas ao próximo governo progressista e ao futuro do Brasil e da população brasileira.

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