sexta-feira, 1 de maio de 2026

A democracia em risco!

Este Primeiro de Maio trás a necessidade de reflexões e ações urgentes pelos trabalhadores e sua organização, ainda que haja o que celebrar, como as ações do Governo Lula, que reduziram o desemprego e trouxeram alívio as famílias, com mais renda e acesso a alimentação, ou com proposta de redução das horas trabalhadas, com o fim da escala 6 x 1 (com forte resistência da direita), faz-se necessário estar atentos e prontos a denunciar e enfrentar as ameaças da direita, e os movimentos que impedem o povo ter uma vida melhor, a partir do enfraquecimento e limitações ao nosso sistema democrático e a atuação correta das instituições ou governos, como o atual, a partir do que anseia o povo e em favor do bem e necessidades apontadas pela sociedade. 

Ainda assim aos trabalhadores, um feliz 1º de Maio!


Votaremos fim da 6x1 neste mês, diz presidente da comissão na Câmara - UOL 01.05.2026

Mendonça vai relatar ação no STF contra o projeto do governo que acaba com a escala 6x1 – CartaCapital 30.04.2026

G20 virou clube de fotos enquanto BRICS constrói bancos e sistemas de pagamento, diz especialista - O Cafezinho 25.04.2026


A intensa transformação política e de poder no mundo, geram incertezas e medos justificáveis e não apenas quanto a violência reinante, guerras absurdas, e por motivações mentirosas e irracionais, numa tentativa de prolongar um status ou capacidade de influência geopolítica que não se sustenta e dá sinais de decadência acelerada, caso evidente do declínio de poder dos EUA, também de outros atores auxiliares na Europa, que se projetaram por tempos recentes juntos com os americanos, e graças ao Trump e sua extrema tendência a tirania e ao fascismo, implode alianças e relações com a OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte, braço armado dos players ocidentais, criando rupturas com a UE - União Europeia, com ameaças e transformações ruins que permtiram espaço para escolhas fascistas e contrárias aos alicerces e fundamentos democráticos como se costuma conhecer e valorizar, tais como internamente aos EUA com perseguições a segmentos sociais, endurecimento de regras migratórias ou uso da força fora e dentro do país.


Alcolumbre e Motta - foto Google Imagem 


8 em cada 10 eleitores têm imagem negativa de Alcolumbre, diz AtlasIntel – CartaCapital 30.04.2026

Alcolumbre faz manobra para reduzir pena de Bolsonaro sem beneficiar condenados por crimes hediondos | G1 - 30.04.2026

Foco BRASIL: Um retrato da direita no Brasil e no mundo - 26.11.2026


O Brasil sofre, claro, com influências de grupos simpáticos a condutas pouco democráticas e de demonstração de força e concentração de poder em mãos de algumas elites e segmentos privilegiados, hoje simbolizados pelos partidos, pelas organizações e agrupamentos de extrema direita, e radicalmente ligados a representantes internacionais dos projetos extremistas, como os de Trump nos Estados Unidos e Netanyahu em Israel (com sua política genocida e destrutiva, e de manipulação do medo e da violência, interna e externa), que projetam intenções e tentáculos para o Sul, como no Brasil com Bolsonaro e seu clã, ou também na Argentina com Milei, provocando danos aos sistemas políticos e as sociedades, os argentinos enfrentam enorme crise político econômica, com situação de miséria em expansão, e um governo truculento e gerador de rupturas com vizinhos. Vimos no Brasil os males do abandono social e da saúde pelo governo Bolsonaro (especialmente na COVID 19), na destruição de comunidades de povos indígenas, na violência política que resultou em mortes, agressões, ataques ao STF, tentativas de atentados, e de um golpe de estado em 08 de janeiro de 2023, que não tiveram termo final, apesar de algumas prisões, desarticulação de algumas estruturas e grupos, que ainda são ameaças presentes e concretas, seja em instituições, especialmente no Congresso e ramificações com hordas bolsonaristas e criminosas, seja em segmentos da sociedade, como ligados ao agronegócio e religiosos evangélicos (negando os valores cristãos com seus gestos), ou de agentes de segurança e outros setores onde há castas sociais, instaladas por séculos como no judiciário, nos serviços públicos em certas regiões, como o Sul do Brasil.


Aprovação de Lula e avaliação positiva do governo crescem em nova pesquisa Atlas - Revista Fórum 28.04.2026


O Brasil sob o Governo Lula, tem feito enorme esforço para criar ambiente político, condições sociais e econômicas de desenvolvimento e justiça social, junto com fortalecimento da produção industrial e outros agentes da economia, dando autonomia e mais soberania ao Brasil, como através da participação no BRICS e em um sistema mundial (onde a ameaça não é a China com seu pragmatismo), que levam as relações multilaterais intensas e necessárias, projetam nosso povo e o país internacionalmente, além de criar bases e estruturas indispensáveis, em áreas como de comércio e investimentos internacionais que tragam paz para nossa região, resguardando nossos interesses, promovendo bem estar aos brasileiros, afastando a nação das pressões e ameaças externas, tanto econômicas, como políticas, como militares e a que afetam nossa democracia e independência (principalmente americanas e de Trump). Lula tem atuado muito, feito um grande e bom trabalho pelo Brasil, e tem tentado fortalecer o diálogo com os poderes e instituições, Congresso e STF - Supremo Tribunal Federal, e segmentos sociais decisivos para oxigenar a democracia e as relações políticas e sociais no Brasil, para além do que foi feito no cenário mundial, e ao enfrentar o poder unilateral e fascista que tentam impor a nós, e os grupos a eles associados. 


Motta e Alcolumbre são os políticos mais mal avaliados pela população, diz pesquisa AtlasIntel - SBT News 30.04.2026

Foco BRASIL: Inimigos do povo! 11.10.2025

Foco BRASIL: Governo versos Congresso, o confronto! 04.07.2025


Este projeto de país desenvolvido e mais justo, no entanto, enfrenta muitas resistências e sabotagem, na esfera política, financeira, e de grupos com interesses diversos, muitos dos quais nocivos, ilegais e até criminosos, que usam de recursos e meios em prol de seus próprios interesses, de forma irresponsável e com ataques a direitos ou fundamentos democráticos, mostrando a existência de pactos, acordos, ou movimentos coordenados na direção de concentração de poder, blindagem ou impunidade, apropriação de riquezas e recursos, e controle dos rumos do país, para submeter e entregar a terceiros e ilegítimos, visando manutenção de modelos, esquemas e estruturas, ruins e injustas, mas mãos de poucos "ilustres", e que está enraizado nas instituições como no Congresso brasileiro, com INIMIGOS DO POVO atuando contra o país e a democracia, e mesmo em segmentos do judiciário, militares, ou de setores produtivos, de comunicação, e organização social, dentre muitos que podemos citar, e onde atitudes antidemocráticas e projetos fascistas são gestados, onde também se encontra viva a chama do golpe.


'Golpe comandado por Alcolumbre', diz vice-líder do governo sobre derrubada de veto ao PL da Dosimetria  | G1 - 30.04.2026

Dosimetria: novas penas para o 8 de Janeiro passarão pelo STF - UOL 30.04.2026

Entenda o caso que investiga contrabando em voo com Motta e Nogueira - Poder 360   29.04.2026


O que assistimos nos últimos dias, é um exemplo claro do ambiente indesejado e perigoso que está ativo e atuante contra os interesses da sociedade, e em prol de grupos poderosos no poder. A votação no Senado Federal, e derrubada do veto presidencial ao Projeto de Dosimetria, é sinal de um pacto rasteiro em curso, que envolvem interesses escusos de parlamentares investigados por crimes (tentam se blindar de apurações e punições), com bolsonaristas radicais e a demanda por impunidade e soltura de envolvidos na tentativa de golpe de 2023 (inclusive militares e lideranças como o Jair Bolsonaro, e como forma de continuar o projeto golpista), demarcação de espaço e imposições de projetos pessoais como os de Alcolumbre (para 2027 e para inibir investigações que podem ter vínculo com desvios que podem comprometê-lo), clara antecipação do pleito e a disputa presidencial de forma a favorecer Flávio Bolsonaro em detrimento de Lula, também com possível interferência externa de muitos envolvidos no escândalo do Banco Master, presos nas teias de crimes e corrupção de Vorcaro, e os supostos comprometidos do próprio Congresso (deputados e senadores), do judiciário e até no STF (com ministros sob suspeição), ou governadores e políticos estaduais, além de outros expoentes do mercado financeiro, e ex-diretores do Banco Central, BRB, e outros que tentam se manter livres das grades ou no poder, por meio de manobras e atos questionáveis e inconstitucionais de um conjunto criminoso empoderado, que se alojaram no Senado e na Câmara inclusive, mas com ramificações e laços com facções criminosas como milicianos, PCC - Primeiro Comando da Capital ou CV - Comando Vermelho, etc., impactando negativamente as vidas e a segurança das populações (como assistimos no Rio de Janeiro, e no governo bolsonarista de Cláudio Castro, com vínculos com grupos criminosos), não se limitando aos efeitos imediatos e comprometendo os processos democráticos, eleições, e governabilidade a instituições de forma intensa e perigosa para todos.


Alexandre de Moraes atuou pela rejeição a Messias em votação que impôs revés a André Mendonça | Malu Gaspar | O Globo 30.04.2026

Vaga aberta no STF: oposição articula com Alcolumbre barrar indicações até as eleições – Noticias R7 - 30.04.2026

Governo vê ala do STF mirando Master em união com Alcolumbre contra Messias | Blogs | CNN Brasil - 30.04.2026


Outro episódio sem precedentes, e uma manobra de forças contrárias as instituições e os poderes independentes e comprometidos com a sociedade, foi a lamentável rejeição do indicado pelo presidente Lula a vaga no STF, o ministro Jorge Messias (pessoa ilibada, e que tem prestados bons e muitos serviços a sociedade brasileira), foi ardilosamente preterido por 42 senadores sob o comando irresponsável e suspeito de David Alcolumbre (que representa interesses que foram mencionados, de investigados por crimes, ou envolvidos em investigações em curso nos desvios do INSS ou do Banco Master, dentre outros fatos alvo de intensas investigações e denuncias por instâncias e instituições sob o comando do governo Lula), em benefício  da impunidade e de acordos subterrâneos (suspeitas inclusive sobre ministros do STF, e seus negócios ou de familiares próximos citados recentemente), não apenas com bolsonaristas, mas até mesmo de aliados, ou traidores no governo Lula, e que representam um reforço aos golpistas e suas pretensões nocivas, seja visando o pleito eleitoral e ajudando na candidatura de pessoas ligadas aos bolsonaristas (a vagas no Congresso e aos governos estaduais) ou ao próprio Flávio, ou na pavimentação de um processo de enfraquecimento das prerrogativas e poderes presidenciais (para inviabilizar um novo governo Lula a partir de 2027), ou mesmo ir além de parar os trabalhos e processos pendentes, e intimidar o judiciário e conter uma atuação ativa e independente, por exemplo, evitando julgamentos ou intervenções constitucionais, principalmente do STF, pondo os ministros do supremo, desde já, e sob a mira de um conluio criminoso no Congresso a pretexto auto afirmação do Legislativo, mas indo além de suas competências constitucionais e legais, fazendo uso de pactos eventuais e nada republicanos com um ou outro membro do judiciário, ou chantageando os ministros do STF, com ameaças de processos de impeachment e afastamento por razões políticas, e mentiras ou fake news muito usadas ainda hoje, e que associados aos abusos de poder econômico e desvios de emendas do orçamento, criam barreiras para dificultar o trabalho da Justiça Eleitoral e do TSE - Tribunal Superior Eleitoral, também, e dentre muitos obstáculos aos agentes e meios legais que por ventura sejam acionados para coibir crimes e desvios destas forças que se juntam nestes atos deploráveis.


Indignado, Messias diz a aliados que derrota ao STF foi golpe de Moraes e Alcolumbre; ala do governo entra em modo ‘guerra’ - G1 01.05.2026

Defesas de condenados por golpe já preparam pedidos para reduzir penas após derrubada do veto ao PL da Dosimetria | Política | O Globo 01.05.2026

Dosimetria: Lindbergh diz que vai levar derrubada de veto ao STF - Poder 360 - 30.04.2026


Resta perguntar, a democracia está em risco? O que será dos fundamentos da democracia brasileira?

Sim, os riscos são concretos e iminentes!

O horizonte e o cenário para o futuro do Brasil é muito preocupante, o Congresso se revelou plenamente como um perigo para democracia e a sociedade, cujo os parlamentares estão traindo por atos de usurpação do poder, ou por alianças e envolvimento com estruturas ilícitas, e com a perpetuação de atos e estruturas que tendem se firmar ainda mesmo após os resultados das eleições, com prévia manipulação do processo, desvirtuando o Poder Legislativo e a República, apoiando e liberando criminosos condenados por ataques e danos as instituições democráticas, ou criando condições de ocorrência de novas aventuras golpistas, assegurando no entanto uma enorme parcela de influência e poder no Senado e na Câmara, para de fato governar com esquemas e objetivos ilegítimos, e concentrados no parlamento ou encabeçados por seus líderes e representantes.


Genoino diz que Lula deve chamar Jaques Wagner às falas - Brasil 247 01.05.2026

Banco Master: partidos e políticos trocam farpas no rastro das revelações que ainda podem surgir | VEJA 01.05.2026

Justiça não encontra documento-chave em ação sobre rachadinha de Alcolumbre - DCM 30.04.2026

 

O Governo Lula precisa dar enfrentamento aos movimentos que ameaçam as instituições, a democracia, e o Brasil, expondo e denunciando à sociedade (e ao mundo, aos nossos verdadeiros aliados), catalisando apoios e posições dos que no Brasil não aceitam o que tem sido imposto por segmentos ligados aos ilícitos e interesses reprováveis, capitaneados pelos congressistas e outros, também intensificando as investigações que mostram possíveis desvios de figuras como o próprio presidente do Senado, Alcolumbre, ou da Câmara com Hugo Motta também sob suspeitas, ou lideranças como Ciro Nogueira, Flávio Bolsonaro, e Antônio Rueda, só para citar alguns, e combater por meios legais as estruturas criminosas e políticas que se utilizam da influência, redes de favores, ocupação de cargos (inclusive em órgãos federais), e centros de tomada de decisões, com métodos de aparelhamento e ocupação, e de abuso do poder econômico, com corrupção intensa e constante (como no Rio de Janeiro com Castro, ou em Roraima com Denarium, muito comuns entre políticos do Partido Liberal, e do União Brasil), que são razões para muitos problemas que os brasileiros passam e não são facilmente solucionados, abrindo brechas para propostas extremistas e não superadas. É importante o chamado a mobilização dos trabalhadores, e segmentos sociais organizados, em especial os que atuam em defesa das populações marginalizadas e encaminham lutas e demandas da sociedade, e grupos minoritários, não somente durante o período eleitoral, mas contínua e diuturnamente até que esteja consolidada as bases sociais que podem assegurar e proteger nosso povo e as instituições democráticas brasileiras, das investidas internas e externas que se sucedem e são riscos.


Governo Lula estuda retaliar Alcolumbre e vê traição até do PSB - Poder360 - 30.04.2026

Foco BRASIL: A briga começou - 26.04.2026


A resposta dos brasileiros se inicia nas ruas, passa pelas urnas votando contra partidos e políticos que desejam um Brasil submisso aos interesses pessoais, de facções e atores internacionais, votando e tirando bandidos da cena política, e se pondo ao lado de quem faz bem aos povo, sempre vigilantes e prontos para defender nosso país.

domingo, 26 de abril de 2026

A briga começou

Se não é um confronto de pugilistas ou MMA, é um detalhe pouco relevante, a não ser pelo fato de não ocorrerem agressões físicas pelos principais expoentes, Lula e Flávio Bolsonaro, pois o ringue são principalmente as mídias sociais, e a plateia os expectadores e usuários das redes em todo o Brasil. Com direito a torcida organizada e apoiadores de esquerda ou extrema direita, e vários segmentos da sociedade, e econômicos e produtivos, dentre outros, alguns com relativo poder de influência e meios ou estruturas, fundamentais aos projetos em disputa e representados por Lula ou clã Bolsonaro.


Lula da Silva x F. Bolsonaro - foto Google Imagem 



Em meio a uma desconfiança elevada da sociedade, dada a parcialidade e envolvimento de poderosos grupos de telecomunicações tradicionais, concentrados em poucas grandes empresas de comunicação, ou mas mãos de algumas famílias, muito próximos ou ligados aos interesses da direita, que se confundem com os expoentes de poder econômico ou financeiro, tais como representantes do agro (Confederação Nacional da Agricultura - CNA, e grandes produtores se soja, pecuaristas, etc.), do sistema financeiro e dos mercados, ou formas parasitárias de "ganhos fáceis (Federação Brasileira dos Bancos - FEBRABAN,  rentistas, especuladores e grupos privilegiados, ricos com grandes fortunas), ou segmentos industriais habituados a benefices do Estado, com isenções fiscais distorcidas ou fraudulentas, bem como empréstimos eventualmente não honrados como se fossem "a fundo perdido"  (bancados pela população com sacrifícios), com representantes concentrados na FIESP (Federação do Estado de São Paulo) e CNI (Confederação Nacional da Indústria), apenas para citar alguns elementos deste jogo de poderes, e fora de outros espectros, como os  religiosos evangélicos e pastores milionários (abusando do fanatismo e mentiras), ou sob influência de uma elite social e econômica que se alinharam as ações e projetos de grupos que os representam (com vários esquemas e desvios), como os milicianos do RJ, os Bolsonaros, e o Flávio ou seu pai Jair, que mesmo com tantas contradições, denúncias e eventos de corrupção (alguns alvos de processos em curso), enriquecimento ilícitos, violências, ou crimes que inclusive levaram parcelas da trupe bolsonarista a ações repugnantes e condenáveis, como a tentativa de golpe que causou a prisão de muitos envolvidos, poderosos também e do próprio Jair Bolsonaro.

Neste cenário, as redes sociais que já são algo potente e intenso, enquanto instrumentos de interação social, terão suma importância no embate, na campanha eleitoral e no resultado, devido a facilidade de penetração dos produtos e serviços de comunicação, informações e interação, nas casas e no cotidiano dos brasileiros, ou para além dos limites dos seus lares, trabalho e cotidiano, e de aspectos geográficos ou temporais, e isso é mesmo significativo e importante, mas por outro lado, preocupante, pois as grandes mídias estão sobre o controle de grupos internacionais e ligados aos interesses do mercado e financeiros, como Facebook, X antigo Twitter, ou Whatsapp, etc, com evidentes e manifestos interesses das organizações e dos americanos, trumpistas ou não, onde proliferação de conteúdos personalizados e determinantes ao influenciar com "proximidade e pertencimento", com atitudes, escolhas ou culturalmente, de forma efetiva, intensa, indesejadas ou perigosas, inclusive com uso inadequados de dados pessoais ou privados, com publicações manipuladas também por indivíduos e por ferramentas de IA (Inteligência Artificial), muitas vezes massivamente e violando regras legais, ou usando informações inverídicas e prejudiciais, as tais fake news, que são muito usadas pelos grupos de direita, com simpatia ou preferência dos gestores e das plataformas como já ocorreram, recheadas com ataques coordenados de bolsonaristas, com bases em mentiras e para atingir alguns, como o Lula, ou grupos sociais que o apoiam, seja no passado ou durante esta fase que antecede as eleições de outubro de 2026, à exemplo do perfil adepto a inverdades, denominado Dona Maria (com vídeos de conteúdo duvidoso e produzidos por IA), além de outros já em ação ou campanhas públicas, fatos que já suscitam provocações legais ao TSE - Tribunal Superior Eleitoral, ou mesmo em outras instâncias, além de reações esperadas, e mostram os problemas que serão vistos e precisam de respostas contundentes.




Para os que esperam informações ou subsídios que ajudem a decidir como votar, muita cautela e discernimento, um olhar crítico e observador, o cuidado de checar as informações e alegações é bom, e com buscas em muitas fontes ou meios mais confiáveis, confrontando afirmações e publicações com fatos concretos e reais, vistos ou vivenciados, com a trajetória e histórico de quem se apresenta ou serve de divulgador destes, neste caso experiências passadas e atuação dos candidatos contam muito. Suas posições em momentos como os que se deram a pandemia de COVID 19 com cerca de 700 mil brasileiros vitimados, e afetaram muito o país, o desemprego e a miséria que ocorreram no período que se seguiu (simbolizado por filas para comprar osso), as violentas ações de grupos políticos de direita, inclusive contra as instituições democráticas (com as cenas absurdas de destruição e violência em Brasília), ou os posicionamentos diantes dos ataques americanos e de Trump contra os setores produtivos no Brasil, com ameaças e prejuízos que os EUA implementaram, e como foram as reações aos ataques realizados na forma de sanções principalmente, os que enfrentaram as ameaças, e quem se colocou ao lado dos que fazem coro com os malfeitores dos Estados Unidos, ou de outras partes, como a Argentina de Milei, traindo o Brasil. 


São sinais e aspectos do que pode ocorrer durante o processo, aos quais devemos estar atentos, ou como os resultados futuros das eleições, exigem responsabilidade e cuidados, seriedade e serenidade, inclusive de quem produz conteúdo e os distribui nas redes sociais de forma responsável.




segunda-feira, 30 de março de 2026

A vitória do Irã.

Nem precisa ser uma derrota absoluta, o poder e os meios que os americanos dispõem são suficientes para superar os iranianos e causar pesadas perdas. Mas justamente por isso, é que os americanos estão sofrendo uma derrota amarga até o momento, e com eles também seus aliados e Israel, algo que depende menos do resultado final do conflito em curso, pois o que era para ser uma sequência de bombardeios rápidos e definitivos, segundo os quais o Irã seria derrotado em 48h, depois como disse Trump, em huma ou duas semanas, e virou um conflito descontrolado, caro, e doloroso, inclusive para os aliados que por décadas acreditaram que estariam seguros com as bases americanas em seus territórios, e as retaliações do Irã, fortes e precisas, apesar do intenso fogo a que tem sido submetido, tem revelado o quanto é frágil a segurança proposta pelos EUA, e o quanto o governo Trump é despreparado, possibilitando que os iranianos prossigam atingindo gravemente alguns dos países próximos dos americanos, à exemplo do que ocorre não só em Israel, mas em outros como Qatar, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Kuwait ou mesmo no Iraque.

Esta guerra absurda é fruto de arrogância, de cede de poder de criminosos genocidas como Netanyahu e Donald Trump, não tem justificativas, é fruto de uma visão doentia, dominar e submeter um povo de origens milenares, para obter controle de riquezas e recursos destes, barrar o crescimento e apoio entre China, Rússia e Irã, e expandir influência e dominação sobre a região, baseada principalmente nos interesses mesquinhos e violentos destes "líderes" sem valores, que estão a repetir ações e projetos desestabilizadores, que não se dará como pretendem e imaginaram.


Controle de Irã sobre Ormuz está mais firme do que nunca após um mês de guerra | InfoMoney - 30.03.2026

4.000 navios deixaram de passar pelo estreito de Ormuz em 1 mês - Poder 360 - 28.03.2026


Um exemplo claro, tanto EUA e Israel, após o Irã resistir e responder com força e inteligência, estão mais expostos e tem sua superioridade bélica e de poder de intervenções, postas em dúvidas, assim como sua capacidade de atuar com aliados e oferecer proteção ou benefícios, também tem perdas significativas em segurança e economia inclusive, e um enorme desgaste mundial de sua imagem e capacidades como potências mundial e regional. O Irã mostra que com determinação, resiliência e planejamento, os agressores potencialmente mais fortes podem ser parados, e suas vitórias podem ser muito amargas ou nem serem efetivadas, as custas de muita ilegalidade, injustiça, violência, destruição e sofrimentos dos inocentes, bem como mortes sem o menor sentido, como ocorre nesta guerra na Ásia.


Alumínio dispara após ataques do Irã a fundições no Golfo e eleva r... Bloomberg - 30.03.2026

Residências de autoridades americanas e israelenses agora são 'alvos legítimos', diz Irã - CBN 30.03.2026


Considerando os acontecimentos desde os ataques brutais promovidos por EUA e Israel em 28 de fevereiro contra o Irã, os muitos anúncios e objetivos listados, ainda que de forma relativa e sob pesadas baixas e consequências, os iranianos podem sim dizer que são vitoriosos até agora (mesmo sabendo que este tipo de vitória não é boa).

Os iranianos vencem até então, por:

- primeiramente resistir e contrariar os desejos abusivos e criminosos de duas potências, a quem enfrentam com coragem há mais de um mês, se mantendo como vítimas de injustas agressões, mas capazes de se manter com seus próprios meios;


Trevisan: Irã mostra capacidade de resposta ao destruir avião dos EUA - UOL 30.03.2026


- ainda que com perdas significativas, os iranianos reagem e atingem interesses americanos e israelenses na região, criando desconforto entre os agressores e sua população, ou com aliados e apoiadores de décadas, que não estão satisfeitos com os rumos do conflito e a capacidade de reação do Irã, que os atinge oportunamente;

- com planejamento e coordenação efetiva, após perdas de lideranças ou figuras de destaques no governo e instituições, o Irã mantém a ordem interna, o governo ou sistema de defesa funcionando e ativos, reagindo e desmentindo as falsas afirmações de que foi aniquilado, muitas vezes repetidas por Trump e Netanyahu;


Míssil iraniano atinge refinaria em Haifa, Israel 
Foto reproduzida do portal da CBN


- considerando o tamanho das nações agressoras e seu poder bélico, suas alianças e apoios, o Irã tem vitórias significativas, e mesmo com limitações, lhes impõem pesadas baixas, atingindo alvos americanos e israelenses importantes, em toda região, aeroportos, portos, bases, postos militares e de vigilância eletrônica, centrais de energia, indústrias químicas, petrolíferas, de material bélico e de apoio e logístico, ou ativos importantes e caros, como aviões de abastecimento, baterias de defesas e mísseis, radares e centros de comunicações e processamento de informações, ou navios e até porta-aviões (jóia da coroa americana), etc.;


Míssil iraniano atinge refinaria na cidade de Haifa, em Israel; local pega fogo após bombardeio - CBN 30.03.2026


- e o Irã fez mais, atingiu a imagem de Netanyahu e do Trump, de Israel e EUA, de invencíveis e todo poderosos, expondo suas falhas e vulnerabilidades, como a falta de escrúpulos e deslealdade de líderes que agridem em meio a negociações, ou mentem aos seus povos, e fraquezas militares e limitações de eficiência do Domo de Ferro israelenses até um conjunto de porta-aviões e força naval americanas, que estão se esquivando ou falhando, e como podem ser alvejados os militares americanos no Oriente Médio, pondo em dúvida suas capacidades;

- a maior das vitórias do Irã até então, é sua capacidade de atingir economicamente seus agressores ou os seus aliados (com bilhões de dólares de prejuízos), alvejando centros de produção petrolíferas, sua economia e demandas de existência ou dependência de água, o enorme custo da guerra ao usar meios bélicos mais baratos e forçar os inimigos a gastarem muito, com recursos de contra medidas caras (a demandar por meios e armas onerosa), e por fim quando os iranianos mesmo debilitados e sob intensos bombardeios, fecham e controlam o Estreito de Ormuz, mostram força e preparação, impõem limites e derrotas a todos, aos agressores, aos aliados destes no Golfo, a Europa e a OTAN, de certa forma ao mundo, com o barril de petróleo acima de US$ 100, com taxas para liberar petroleiros e produtos com dificuldades de escoarem na região. O Irã responde e humilha Trump e Netanyahu, que já pedem ajuda da Europa, para submeter o Irã e controlar Ormuz, mostrando suas fraquezas e dependência extrema.


Irã aprova plano para impor pedágios no uso do Estreito de Ormuz | CNN Brasil 30.03.2026


Por estas razões a vitória dos agressores, ainda que venha, será muito mais uma derrota que vitória, algo que há muito tempo temos dito que iria ocorrer, se os crimes de Trump e Netanyahu, não fossem cobrados, e estes não fossem parados.


Foco BRASIL: Perigo real - 08.02.2026

Foco BRASIL: Guerras, não são a solução. - 01.03.2026




 

domingo, 1 de março de 2026

Guerras, não são a solução.

Insistentemente temos mostrado o quanto a determinação criminosa de alguns são ruins para todos os países, e todos os povos do mundo, ainda mais quando pensam e fazem valer seus objetivos e interesses por meio de atos violentos e guerras.


Escola para meninas no Irã em Minab, após ataques de Israel Foto Google Imagem 


Ataque ao Irã mata 85 em escola de meninas | G1 28.02.2026

Perigo real! - Foco BRASIL 08.02.2026

Foco BRASIL: Uma guerra, muitas mentiras. - 18.06.2025

Vídeo, ataques de Israel matam 51 crianças no Irã - 28.02.2026



Com ou sem a morte de Khamenei, o Irã segue com disposição de reagir aos ataques, e pouco se sabe do que realmente ocorreu e qual verdade, é certo que não há como confiar em tiranos ou criminosos, não importa qual a nacionalidade, e não se pode esperar ou crer que violentos sejam algo bom para um povo ou para um país.

EUA com Donald Trump no comando, e Netanyahu em Israel, são exemplos claros de líderes violentos e sem moral ou dignidade para cobrar posturas de outros povos e governos como no caso do Irã. O que estes criminosos fizeram em muitos momentos, alguns recentes como as execuções e mortes na Venezuela e no Caribe, por Trump e suas tropas ou em Gaza e Cisjordânia, pelas forças genocidas israelenses, apoiada pelos EUA, resultando em destruição e morte de dezenas de milhares de civis palestinos, a grande maioria inocentes, dentre os quais milhares de crianças, tira toda credibilidade de tais governos sanguinários, com suas mentiras e truculência, que inclusive já se juntaram antes em ataques ilegais contra o Irã e pessoas do governo.


Análise: Bombardeio ao Irã é ilegal, mesmo contra um regime ilegal - UOL 28.02.2026

Ataques ao Irã deixam ao menos 201 mortos e cerca de 750 feridos | Agência Brasil 28.02.2026



Não é uma apologia aos erros ou excessos e crimes do governo ou dos mandatários no Irã, cuja condutas ensejam críticas e condenações em muitos aspectos, mas que não justificam ilegalidades cometidas por alguns piores até que os do Regime dos Aiatolás, não é plausível aceitar os ataques e agressões que já ocorreram contra os iranianos, nem tentativas de derrubar estruturas por meio de incitações violentas e estrangeiras usando a população civil como desculpa ou meios de agressões, assassinatos, destruições e bombardeios, como os de junho ou agora. São atos criminosos, ilegais e violentas os praticados por Israel e EUA contra o Irã, que tem argumentos e direito a autodefesa, o que piora o cenário e leva a guerra imprevisível e difícil, como as de agora.


Imagens mostram mísseis iranianos que atingem Dubai - BBC 28.02.2026



Dubai: explosão atinge área de hotéis de luxo e deixa quatro feridos - BBC News Brasil 28.02.2026


Neste e em outros canais temos tratado o tema, mostrado os problemas, alertando para os riscos e perdas enormes que atos impensados podem provocar, bem como sobre a repetição dos ataques suas inutilidades, danos a inocentes, e perigos para região, inclusive para os de hoje 28 de fevereiro, com conflitos ainda em curso e para qual alertamos, quase estabelecendo a data e condições, e que implicam em sofrimento e perdas enormes para os envolvidos e outros atores regionais, e até fora do Oriente Médio. O que os genocidas e aliados americanos e israelenses iriam fazer era esperado, e ainda que tenham força maior que o Irã, não será por meio desta que irão fazer valer seus objetivos e ainda com muitos custos, mesmo com tréguas ou interrupções temporárias os danos e efeitos serão muitos, negativos e com possibilidade de um tempo longo de ocorrência e extensão dos efeitos ruins, que independem de Khamenei ou outros líderes no próprio Irã.

De fato estão jogando alto é de forma arriscada, na prática e na verdade, tentando conter problemas internos de Israel e seus líderes, Netanyahu principalmente, ou dos EUA com Trump e seu governo, que já desagradam fortemente suas populações, e querem contabilizar vitórias com falsas narrativas e violências, desviando atenção que recai sobre si, e afeta muito seus interesses. O fato é que vão descobrir, independente do resultado e o que ocorra ao governo do Irã, que os tempos de apogeu e domínio passaram, que países soberanos como o Irã e sua sociedade, devem e tem o direito de resolver seus dilemas soberanamente, sem intervenções ou ameaças e agressões, de quem age até de forma muito pior que estes, ou querem se impor e determinar os rumos e soluções para povos livres, que não precisam e nem desejam comando dos EUA, muito menos de Israel.



Reação do Irã atinge Israel e 14 bases militares dos EUA no Oriente Médio; Conselho de Segurança marca reunião urgente | Brasil de Fato 28.02.2026

Guarda Revolucionária do Irã fecha Estreito de Ormuz, afirma Reuters - UOL 28.02.2026


O conflito atual é uma enorme interrogação, pode ser paralisado mas não mais vencido, pois até os que se acham vencedores serão amargamente atingidos e claramente exposto, tendo sua hegemonia desafiada e exposta no que se seguirá. Matar dezenas de criança numa escola ou ver suas bases e "locais seguros" também maculados, não é algo a ser posto como exemplo de vitória, ainda mais com pessoas vitimadas e atingidas onde não era esperado ou imaginado, é sinal de fraqueza.


Irã afirma ataques contra bases militares e Ministério de Israel - O Tempo 28.02.2026

Reação do Irã atinge Israel e 14 bases militares dos EUA no Oriente Médio - ICL Notícias  28.02.2026

Irã rebate Netanyahu e afirma que Ali Khamenei está vivo - CB Correio Braziliense 28.02.2026

Irã lança novos ataques e explosões atingem Tel Aviv, dizem agências - CNN 28.02.2026


Imagens de explosão de míssil iraniano
no centro de Tel Aviv em Israel - VNS


Equipe de socorro em Israel - foto VNS


Israel: Ataque do Irã a Tel Aviv deixa 1 morto e 21 feridos | G1 28.02.2026


Ataque do Irã a Tel Aviv - foto G1


Diante das muitas realidades e acusações e farsas, com muitos apoios e aliados dos agressores, com interesses políticos, econômicos, comerciais e estratégicos relacionados, com meios e bases distribuídas por países da região, na Ásia, especialmente no Oriente Médio, e na Península Arábica, como Catar, Barein, Emirados Árabes Unidos e etc, fatos e precedentes que dão legitimidade aos iranianos em suas retaliações.

O Irã merece respeito não pelos seus líderes ou governo, mas pela capacidade de resistir e lutar por sua soberania, pela proteção de seu povo, ao menos e ataques a agressões como as atuais, por sua autodeterminação e por não terem iniciado está aventura conflituosa, mas por não ceder a ameaças. Neste momento dá um exemplo forte para muitos!

Paquistão declara 'guerra aberta' a autoridades talebans do Afeganistão e ataca Cabul – CartaCapital 27.02.2026


Forças do Paquistão - foto Carta Capital 


Guerras não são soluções, alinhamento com os violentos e para manter agressões como os feitas por Israel e EUA, assim como a extensão do conflito entre Rússia e Ucrânia, com terceiros envolvidos ou até nas recentes escaramuças entre Paquistão e Afeganistão, são sinais perigosos e de dias difíceis que em breve veremos como temos alertado neste veículo, em outros, e em redes como o Facebook, sempre tentando fazer mais clara as informações, num momento onde a paz e a verdade é muito necessária e urgente, para nós brasileiros e para o mundo como um todo, que são também afetados e merecem conhecer ou receber outras informações e versões, que não as manipuladas em prol dos grandes poderes e pretenções descabidas dos EUA.


domingo, 8 de fevereiro de 2026

Perigo real

O mundo começa com 2026 tão ou mais conflituoso que foi em 2025, apesar de uma pausa em alguns,  como os que envolvem Israel e seus vizinhos, não todos e nem tão próximos, como o Irã, onde ataques diretos não ocorrem fazem meses, diferente do que ainda acontece com Gaza e Cisjordânia e até no Líbano em menor escala. 

Política externa de Trump abala ordem global e aprofunda disputa entre potências – Noticias R7 08.02.2026

Fonte: G1 VÍDEO: Porta-aviões dos EUA faz manobras perto do Irã em meio a pressão militar | G1 05.02.2026

EUA pedem negociação com Rússia e a China para estabelecer novos limites às armas nucleares - Jornal da Record - 06.02.2026

Foco BRASIL: Pólos opostos!

Ademais as coisas estão muito desequilibradas e perigosas, com fim de acordos nucleares, guerras ativas entre Rússia e Ucrânia, que envolvem muitos outros, ou com ações e ameaças americanas com intervenções violentas, sejam em áreas do Pacífico e do Atlântico, com mortes tidas como execuções em rotas navais, sejam contra "adversários dos EUA", em Cuba ou como foi visto nos primeiros dias do ano na Venezuela, com o "sequestro" de Nicolas Maduro. Tais instabilidades são preocupantes e graves, dão evidências de uma acelerada deterioração do ambiente e da segurança mundial, com potencial para mais problemas, violências, sofrimentos e mortes, com requintes de perversidade e caprichos de tiranos como Donald Trump, e seus planos caóticos como os elencados para Palestina, além da enorme pressão e ataques a soberania em Cuba com danos humanitários a população, ou o cerco e ameaças aos iranianos, após suposta interferência em recentes movimentos de rebeldes no Irã, patrocinado pelo serviço secreto americano e israelense, resultando em milhares de mortes, é outro ponto forte de atrito entre os governos envolvidos, com potencial para um conflito regional. Não bastasse tais situações, acrescentem os desentendimentos entre EUA e Europa, e as pretensões de Trump sobre a Groenlândia. É muito real a elecom ação  das tensões, o perigo potencial é cada vez maior a cada dia!

Cuba decreta medidas de emergência diante de crise energética - O Globo 07.02.2026

EUA atacam navio suspeito de narcotráfico perto da Colômbia e fazem dois mortos | Euronews 06.02.2026

A questão Cuba, Trump após a exploração midiática dos ataques ao governo venezuelano, e com o "sucesso temporário" do sequestro de Maduro e o até então comportamento "dócil" da vice Rodrigues, numa adaptação as chantagens e coerções do presidente americano, com o presidente Díaz-Canel e o povo cubano feitos  de reféns do medo, na sequência os escolhidos para alvos, no rastro das ações americanas iniciadas desde as execuções nos mares do Caribe, patrocinados pela Marinha dos EUA, com um cerco naval que impede também as remessas de petróleo e suprimentos para Havana, e amplia os riscos de conflitos e perdas enormes a população civil, em decorrência de uma clara e ilegal intervenção, a qual o mundo e outras potências como China e Rússia precisam se contrapor, e junto com nações latinas como o México, e mesmo o Brasil, garantir o fornecimento de recursos humanitários essenciais aos cubanos.

Irã está reconstruindo instalações de mísseis alvo de ataques de Israel e dos EUA, mostram imagens - Folha de S.Paulo 07.02

Em meio a negociações, EUA renovam alerta a cidadãos no Irã | G1 06.02.2026

O possível conflito no Oriente Médio com os EUA em constante posição de ameaça ao Irã, a pretexto de conter o suposto programa nuclear iraniano, e proteger seus interesses e aliados como Israel, da mesma forma que assegurou o genocídio praticado pelos israelenses na Palestina, é a mais seria ameaça e com potencial de implantar o caos na Ásia, não por ser impossível uma vitória americanas em um conflito aberto com o Irã, há clara superioridade dos EUA e alguns aliados que não os deixaram sem apoio, ainda que o alinhamento seja oneroso e perigoso, há muitos interessados em uma submissão iraniana, contudo sem dúvidas está seria a custo muito elevado para os americanos e poderia ser ainda mais relativa, ou muito diferente do que houve na Venezuela. O Irã não é despreparado e nem está tão isolado, além de ser resiliente e ter estruturas de poder capazes de superar e prosseguir mesmo sobre fortes ataques, o que pode surpreender e desencadear uma longa guerra, sofrida para muitos e não apenas no Irã ou no Oriente, com perdas aos EUA e ao mundo.

Netanyahu deve se encontrar com Trump nos EUA na quarta para tratar do Irã. - UOL 07.02.2026

Trump e Netanyahu a violência em comum - Foto do sítio da UOL

Há muitas análises e simulações estratégicas de governos ou dos atores envolvidos, mas nenhuma oferece certezas e garantias concretas de sucesso. Algumas autoridades no assunto tem se manifestado pró ou contra as intervenções belicosas dos EUA e Trump, contudo ninguém pode de fato crer que detém as informações e controle sobre os cenários que podem assegurar suas previsões e palpites, sejam eles capazes de apoiar este ou aquele plano e governo, ou influenciar não só os atores mas a opinião pública e os rumos políticos e decisórios, mesmo nos fóruns mundiais.

Irã e EUA tiveram reunião 'muito positiva' e seguirão negociações por acordo nuclear, diz Teerã - 07.02.2026

Um ponto em comum há no que ocorre no Irã e se deu na Venezuela, a coerção violenta dos EUA se dá com concretude e implica em respostas para a sobrevivência dos regimes, e a manutenção de um nível aceitável de soberania e controle dos rumos da nação, em Caracas e após agressão com ajustes e flexibilização de posições com manutenção do regime ainda "aceitando demandas americanas", contudo para além dos aspectos de violência e uma ação concreta iminente, ou a possibilidade e intensão de manutenção e sobrevivência do regime iraniano, as formas e reações não serão parecidas, e não com negociações produtivas e eficazes que impeçam ações em campo, agressões, pois não há seriedade ou respeito por parte dos americanos, que permitam um acordo agora, nem disposição do governo iraniano em abrir mão de significativa garantias de soberania e desenvolvimento, segundo a perspectiva de fortalecimento e orientação política, social e econômica, condizente com os aspectos ideológicos e religiosos que regem o Irã, não sem uma efetiva e contundente motivação, algo que será muito, muito difícil de se conseguir.

Chanceler do Irã sobre negociação de acordo militar com EUA: 'Nossa bomba atômica é o poder de dizer não às grandes potências' - G1 08.02.2026

Lembremos que mesmo sendo uma potência nuclear ou tendo meios navais e aéreos em abundância, porta-aviões nucleares, submarinos, destróier's com centenas de bombas e mísseis, um grande volume de poderosas aeronaves, e apoio em diversas bases e países da região, os EUA sabem, que há riscos reais as suas tropas, apesar de seu poder, e a infeliz percepção que o Irã seguiria uma doutrina de reação proporcional e calibradas ou antecipadas, para não provocar uma guerra de fato, é uma aposta no escuro. Essa postura pode não ser mais válida, o Irã mostrou isso na guerra de 12 dias contra Israel em 2025, numa série de ataques concretos e eficazes ao território israelense, quando mísseis de vários modelos e alcance, e ondas de drones, saturaram o maior sistema de defesa aérea do mundo, e mesmo as interceptações aéreas de americanos e aliados a partir de bases, navios e por meio de aeronaves em vários países da região e em Israel, onde a lição não pode ser ignorada, não resolvem, o Irã tem alguma força e pode ser perigoso e letal, tem meios para manter ou estender um conflito por algum tempo, e pode causar muitas perdas e dores não só aos americanos, mas pela região e no estreito de Ormuz com repercussão para todos os países, e até ampliando o confronto entre potências.

Aos desavisados e arrogantes, não subestimem e não pensem que um conflito com o Irã é algo sem importância ou que se resolva rapidamente sem perdas elevadas, ou diversas e distribuídas. O perigo é real! O perigo é para todos os envolvidos! O mundo vive tempos difíceis e muitos se preparam ou emitem sinais de guerras.  O perigo e real!

sábado, 27 de dezembro de 2025

"O Brasil, não é para amadores"

Não é só uma frase, uma expressão que resume um momento ou circunstâncias, de um país complexo e que já passou por muitos desafios em sua história e de seu povo. É uma verdade cada vez mais válida, especialmente em meio à guerra em curso entre os poderes, e os segmentos que em geral representam.





O que está acontecendo hoje, não se restringe aos fatos e embates políticos, ideológicos, jurídicos e sociais de agora, nem aos personagens de destaques nas mídias e arenas em disputas, entenda-se como tal, instituições, poderes ou estados e regiões do Brasil, onde são foco e estão mais evidentes, sejam em Brasília ou São Paulo.


Ministro Alexandre de Moraes e sua esposa Viviane - reprodução do sítio Brasil de Fato





Vão além do STF e seus ministros, dos parlamentares no Congresso, e das muitas esferas do governo Lula, das muitas representações do Executivo, Judiciário e Legislativo, envolvem pessoas comuns, a sociedade brasileira, seus segmentos e suas estruturas, empresariais, financeiras, corporativas, mídias parciais, entidades organizativas e sociais, e nos muitos cenários e locais onde se apresentam no Brasil à fora, e dão contas de fortes disputas, evidentes ou não, legais ou à margem das Leis, em ambientes públicos ou privados, uma "guerra" em plena consecução e de forma intensa, que causam vítimas reais entre os brasileiros, prejuízos e limites que nos trazem graves problemas, na busca da autodeterminação e desenvolvimento como nação livre e soberana, afetando nossa democracia.




Não é algo recente, surpreendente, mas é mais claro e exposto, ao passo que ficam desnudos os interesses dos que estão envolvidos, participam e se mostram com mais frequência, nem sempre de forma positiva e de forma aceitável. É nítido o recrudescimento dos fatos, nos noticiários, nas mídias que fazem pré julgamento ou se omitem de noticiar, nos eventos em evidência e na forma do andamento dos atos, políticos e institucionais, com suas muitas repercussões, algumas até violentas. 

Numa breve linha do tempo, podemos por alguns momentos importantes para os brasileiros, para uma melhor compreensão:



- na sequência da redemocratização com o fim do período da ditadura  nos anos 80 (com toda carga de violências, desaparecimentos forçados e crimes contra direitos humanos, assassinatos,  corrupção e desvios de recursos), com alguns escândalos estourando como o da Mandioca em Pernambuco, desvios de dinheiro em Itaipu e outras obras, denúncias contra Paulo Maluf em São Paulo,  ou o Dow Chemical, o contrabando de turmalinas (pelo ex-ministro da justiça Ibrahim Abi-Ackel, etc.). Neste curso o país viveu efervescência política e social, com reorganização das forças e liberdades, "Diretas Já", greves e mobilizações sindicais, e crises econômicas e sociais, presentes no governo Sarney, pós constituinte, que se deu até o governo Fernando Henrique Cardoso e o Plano Real em 1994, onde as elites mantinham a hegemonia em quase todas as instituições e formas de poderes, uma elite política inclusive, com personagens e interesses bem conhecidos, e dispostos a conter ou frear as mudanças em curso e as esperanças do povo, com arrocho e privatizações. Problemas não eram poucos, assim também os medos e limitações, mas a contaminação das bases e estruturas democráticas, não eram tão explícitas nem chocantes, com exposição das relações criminosas e promíscuas escancaradas, como vistas hoje;




- a eleição e o impeachment de Collor entre 1990 à 1992, teve nuances que remetem a fatos mais atuais, por ocasião as elites financeiras e os impérios de mídias e comunicação, os segmentos ruralistas, conservadores e ligados aos que mantinham os governos militares, fizeram um grande pacto para barrar um governo de origem popular, fabricaram candidatos e escândalos, ou mentiras para iludir eleitores, o falso herói, "caçador de marajás", Collor, que eleito e no poder mantinha o estado de coisas vigentes, mas também deu visibilidade aos esquemas políticos e criminosos, envolvendo seu tesoureiro, PC Farias e suas conexões mafiosas com grupos por trás do poder. Os "caras pintadas" e o povo nas ruas, ajudaram a derrubar Fernando Collor, com uma "participação especial" de seu irmão Pedro Collor, empresário de mídias, numa briga interna do clã alagoano, que trouxe luz sobre casos como o Esquema PC Farias, desvios envolvendo muitos, como produtores de cimento, FEBRABAN, grandes construtoras, FIESP, e as chamadas "caixinhas", noutra ponta o Lalau e o TRT SP, também os Anões do Orçamento (com Geddel Vieira, Carlos Benevides, João Alves, Ibsen Pinheiro, etc), ou Jorgina de Freitas  e as fraudes no INSS, isso só para lembrar alguns desvios;





- assume Itamar Franco após impeachment, para frear o povo e manter o poder das elites em 1992, formando um governo pouco expressivo e apoiado pelos interesses do "Mercado", dos especuladores e banqueiros da Faria Lima, juntos aos ruralistas e grupos de mídias como Estadão, Frias com a Folha de São Paulo, Civita e o grupo Abril, Roberto Marinho e a Globo, a quem Paulo Henrique Amorim chama de PIG, e asseguram mais que "a continuidade democrática", mas a continuação do poder nas mãos dos principais expoentes da direita (com ligações internas e externas ao Brasil), com algumas colaborações da centro direita (alicerçado  no Sudeste), é um governo fraco comandado por estes em preparação a permanência no poder, por meio da tecnocracia econômica, sob o comando de FHC, e sustentada na falência do Estado, submissão internacional, privatizações prejudiciais ao patrimônio do povo, abertura de mercado as importações e o enfraquecimento da base industrial nacional, priorizando o sistema financeiro e socorrendo bancos falidos e envolvidos em golpes ou desvios bilionários, como Banco Marka em 1999,  não muitos diferentes de agora (que não recebem ajuda direta do governo, como na época de FHC), ainda que "menos explícitos", mas com sinais de fortalecimento dos arranjos e esquemas envolvendo grupos no Congresso,  e um forte lobby, como grandes iceberg's onde não se consegue ver à base. Os desvios ocorridos a exemplo dos Vampiros da Saúde, ou na SUDAM, com recursos para fomento da indústria sumindo pelo caminho, e em mãos de empresários, governos, políticos e outros, são parte deste caldo, como na Máfia da Merenda, ou a Chacina de Eldorado dos Carajás, no escândalo do BANESTADO e Banco do Estado do Paraná, com vários implicados, Alberto Youssef, Jaime Lerner, Gustavo Franco, Celso Pitta, Samuel e Michel Klein, que se destacaram muito. O Plano Real surge para ser uma suposta resposta as insatisfações populares, dando algum alívio econômico, mas notoriamente para conter os ventos de mudanças vindos de segmentos da sociedade como do PT e representados pelos trabalhadores e por Lula, ou de velhos políticos de esquerda como Leonel Brizola,  que colocavam o Trabalhismo e o bem estar social em oposição ao Neoliberalismo, ao Estado Mínimo e ao Capital Financeiro e especulativo de Fernando Henrique e do PSDB paulista, principalmente, fruto da Faria Lima e de elites, muitas das quais conservadoras. Manobras que funcionaram até o início dos anos 2000, mas deixaram o Brasil em situações de pobreza extrema, menor projeção mundial, enorme dívida externa, e exposto a fragmentações sociais intensas, injustas, que expõem profundas mazelas e contradições, difíceis de serem solucionadas, com abismos enormes e diferentes ou insuficientes formas de atendimento à população, no acesso a educação, renda, empregos, moradia, saneamento básico, saúde, alimentação, que se estende até os dias atuais impactando nos direitos à cidadania, inclusão e justiça social, e na dignidade humana; 



- as mudanças chegam com o primeiro e segundo governo Lula, que assume em 2003 e trás atenção e cuidados para grandes segmentos da população, com mais justiça social e formas melhores de governo, com reflexos positivos para economia e outros setores, contribuindo para o desenvolvimento importante do Brasil e para uma certa e boa reorganização social,  assim como dos meios de produção, com melhoria de vida e ascensão para muitos, aliviando algumas tensões com sua vitória relativa e parcial. Ele não venceu as estruturas retrógradas, e os verdadeiros obstáculos para um Brasil mais justo. O Congresso em sua maioria estava ainda nas mãos dos banqueiros, do capital especulativo e poderosos da Faria Lima, dos ruralistas, da mídia conservadora, dos grupos empresariais que sugam dinheiro público, mamam com isenções e vantagens, nas mãos dos madeireiros e garimpeiros, de bandidos, de bancadas de todas espécie, da bala, evangélica, do agro, dos bancos. O que de certa forma deixou muito pouca margem, para Lula e seu governo, para o Brasil, que ainda assim seguiu melhor, mas refém em dados momentos, do parlamento corrompido e com um STF remanescente da gestão conservadora, pouco altivo, apático ou ainda sujeito a instrumentalização da direita. É neste contexto que houve denúncias do Mensalão, em 2005, com políticos desprezíveis como Roberto Jefferson, onde alguns  cobravam propinas até para votar o que era de interesse do povo, dentre estes Valdemar da Costa Neto, Sandro Manel, Janene, Bispo Rodrigues e outros, também pelo BMG e o Banco Rural. Em meio à lama no Congresso, era fundamental vencer os que queriam arrastar o governo e o presidente Lula para o caos (como forma de deter o progresso e os projetos que transformam o Brasil positivamente, e a vida dos brasileiros mais simples, atendendo interesses contrários e da direita e elites, incapaz de vencê-lo no voto, usando nomes como Genuíno ou José Dirceu como expiação), vivemos tempos incertos e de descrédito, mas que felizmente não conseguiram parar o projeto eleito apesar de seus intentos, das parcialidades das mídias, ou de segmentos do judiciário, do STF, ainda próximo aos poderosos da direita, e todas as forças envolvidas e contrárias ao povo, num "grande acordo" das elites;





- após os governos Lula I e II, e todas as dificuldades, este elege Dilma Roussef, para dar sequência aos projetos de interesse do povo, da mesma forma enfrentando oposições, com a direita e os conservadores atuando contra o Brasil, e igualmente com um Congresso das elites e avesso ao bem do povo. Com figuras de peso tentando parar o PT e seu governo. Na sequência vimos um monstro ressurgir e crescer nas casas parlamentares, o tal Centrão, sob o comando de Eduardo Cunha em 2014, onde há muitos que cometem desvios desde o início neste grupo, e se colocam como força política disposta a ter poder, recursos e verbas, cargos e chantagens ao governo, cada vez mais intensas, com sinais de relações escusas fora do âmbito da política também, prenúncio de problemas para reeleição de Dilma e depois. Após uma disputa difícil, onde o Lula como cabo eleitoral fez a diferença, Dilma foi reeleita, mas o palanque da direita não se desfez após a eleição, e Aécio Neves do PSDB (numa tentativa frustrada e inconsistente de reedição do tipo herói, que fracassa), de imediato declarando impedir qualquer ação do governo em prol do país, não importando como isso prejudicasse os brasileiros. O Congresso eleito com o Centrão, com a direita e o PSDB, tentam impor a pauta com todo tipo de manobras, chantagens e ilicitudes inclusive, e quando estouram denúncias contra membros do Centrão, e contra o próprio presidente da Câmara, Eduardo Cunha, este inicia um processo acentuado de sabotagem dos interesses públicos e do governo, exigindo proteção contra investigações ou cassação de seu mandato, tanto do governo Dilma como do PT, que se recusam a ter papel nisto, ou ajudar os criminosos na Câmara, ao contrário tomam papéis ativos contra estes traidores e políticos bandidos. Antes do embate decisivo contra Cunha, este junto com o PSDB, toda a direita e seus expoentes conservadores, muitos igualmente de pouca honra, se aliam e com o vice presidente Michel Temer, numa trama que resulta no impeachment político de Dilma, sem motivação concreta ou fundamentada, a não ser na insatisfação que plantaram entre o povo ao paralisarem o governo e seus atos, para principalmente se protegerem dos crimes que sobre eles recaiam frequentemente. Cunha foi cassado mas deixou escola com Lira, com Motta, que se estende até hoje com o Centrão. Dilma era inocente, hoje a história mostra, e tudo que aconteceu com Cunha (e o escândalo da Petrobrás, com esquemas supostamente em curso desde décadas, e Marcos Coimbra ou Octávio da Mota Veiga), muitos ligados a Temer (o mesmo da gravação de Joesley da JBS, e o "Decreto dos Portos), Aécio (e o caso das propinas da JBS), e tantos outros que viram oportunidade de se livrar de Lula e do PT, com Moro, Dalagnol, e a "quadrilha" à frente da Lavajato, com apoio de forças tarefa americanas, e seus interesses em alguns bilhões da Petrobrás, tendo o PIG por escudeiros duvidosos;






- o Brasil com a Lava Jato, e as mídias num esforço de fazer valer os interesses da direita dos poderosos, ao tentar aniquilar Lula (com sua prisão e destruição de sua reputação e o PT), para nunca mais voltarem, e sob Temer no poder, mandando e desmantelando, caiu em níveis sociais, regrediu em direitos e proteção à sociedade, fruto de tudo que ocorreu em 2016, que foram mais profundos e danosos do que os fatos ocorridos e percebidos, pois corroeram nossos sistemas de controle e equilíbrio dos poderes, abrindo brechas para aventureiros e mais criminosos, para conflitos entre poderes e instituições, que repercutem hoje na guerra institucional em curso. É neste contexto que surge a farsa que ajudou eleger Bolsonaro em 2018, com o propósito de manter os esquemas de muitos no Congresso e outras esferas públicas estaduais, também os poderosos, banqueiros e especuladores, mídias, militares, elites empresariais e ruralistas do agro, uns poucos segmentos sociais lucraram com a miséria e a exclusão de muitos, e com o trabalho árduo e mal remunerado da maioria da nossa população. O que ocorreu na gestão do inominável foi uma tragédia, seja pela fome e miséria de milhões, seja pela omissão ou ações criminosas na Pandemia da COVID 19, cujo ápice se deu em 2020 com cerca de 700 mil mortos no final, com dor, humilhação e abandono da população brasileira, seja pela violência de várias formas, também política e contra minorias, seja elo atraso causado ao país e a destruição de direitos, os danos ao meio ambiente, o desemprego, a vergonhosas relações com o Congresso e os desvios e emendas PIX, seja por ter mergulhado a sociedade em muitas divisões e caos, mais principalmente pelo projeto golpista de ataques a democracia, instituições e ao STF, criando ambiente para uma aventura antidemocrática e perigosa, com a possibilidade sempre anunciada de não responder a Constituição, diante da iminente derrota da direita e do Bolsonaro num embate direto com Lula. Está loucura vivida pelo povo brasileiro infelizmente não teve fim em 2022, com mais uma derrota da direita, e seus projetos mentirosos e criminosos, ainda que a vitória de Lula tenha ocorrido, pois os declarados patriotas nada mais fizeram, que destruir pontes e atacando as instituições em prol de um tirano, egoísta e covarde, capaz de jogar o Brasil num retrocesso político inaceitável a um país livre e soberano, mas mergulhado em crises e que a cada dia descobre mais um esquema criminoso, onde se destaca os personagens nocivos de direita, parte deles do governo do mito, Salles, Guedes, Braga Neto e outros, parte do Congresso sob a influência de Arthur Lira, Ruedas, Ciro Nogueira, do Centrão, assim como aliados próximos destes.  Dentre os maiores desvios e esquemas, estão os relacionados ao Orçamento Secreto, e seus desdobramentos, Fraudes no INSS, "Rachadinhas", ABIN Paralela, o Escândalo das Jóias e outros com muitos envolvidos, dentre estes membros do alto escalão do governo Bolsonaro e o próprio, inclusive na montagem de um golpe futuro, previamente a eleição, diplomação e posse de Lula em 2023, reconhecido até pela OEA, em relatório recente;








- a tentativa frustrada de golpe em 8 de janeiro de 2023, a firme ação do governo e do STF, fazem a diferença diante do envolvimento de figuras de destaque na política, e mesmo em instituições militares e outras, que de alguma forma deram suporte as tramas golpistas, em meio a um Congresso conservador e contaminado com ideias ilícitas da direita que deseja o poder a qualquer custo, ou de inúmeros bandidos alojados nas casas parlamentares, e seus propósitos de emparedar, controlar e chantagear o governo e as instituições, para determinar os rumos do país e o uso das verbas públicas, alvo de esquemas e desvios desde e principalmente a partir dos governos Temer e Bolsonaro, com o Centrão e as emendas PIX's. Após as violências e instabilidades decorrentes de tensões políticas, sociais e institucionais, com o STF protagonizando importantes ações pró democracia, e a Câmara desde Arthur Lira até Hugo Motta, com Centrão e PL no meio da bandalheira e vergonha que tem se sucedido, e mesmo o Senado que a princípio com Pacheco, era um pouco mais estável, descambando com Davi Alcolumbre para os descaminhos de Motta e sua turma, o país enfrenta sucessivas crises, que à muito custo tem sido vencidas pelo governo Lula e segmentos sociais, permitindo ainda assim, sensíveis melhoras na economia, redução de desigualdades, e nas condições de vida dos brasileiros. O país viveu muitos momentos tristes, com a tentativa de golpe bolsonarista, com manobras e tentativas retrocessos na área ambiental, direitos dos povos indígenas e minorias, dentre algumas áreas alvos da extrema direita, e claro, com os desvios no Congresso envolvendo recursos públicos e emendas parlamentares, e seus inúmeros esquemas ou escândalos do Orçamento Secreto, com participação de pessoas de pesos, assim como noutros, tais como os desdobramentos da Vaza Jato, e revés de Moro e Dalagnol, recentes, Fraudes no INSS e as consignações ilegais com participação de membros do governo Bolsonaro até apuração pela PF e CGU. Os episódios relacionados a políticos, poderosos da Faria Lima, empresas e empresários, e membros do crime organizado, ou facções, Comando Vermelho - CV e Primeiro Comando da Capital o PCC, revelados em grandes operações da PF, a Carbono Oculto por exemplo, e bilhões em lavagem de dinheiro, e na elucidações das operações ilícitas na REFIT, com envolvidos ligados a políticos e repercussões em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, à exemplo do esquema e fraudes no BRB, e Banco Master, respingando em Claudio Costa do RJ e Ibanês do DF. Aliás o governador do Rio, para além da matança na Penha em 28 de outubro deste ano, precisa justificar suas relações com Barcelar presidente da ALERJ, preso recentemente e o TH Jóias que foi transferido para presídio federal, após seu envolvimento com o PCC e autoridades ficarem públicos e evidentes.



O Brasil progride e se recupera sob o comando de Lula, instituições ligadas ao governo e ao Judiciário funcionam, mas o Congresso tem se mostrado uma vergonha e um empecilho ao desenvolvimento e autodeterminação do nosso país, a quem os parlamentares corruptos e criminosos instalados nas casas legislativas, tentam sabotar, com decisões e condutas que alimentam a percepção de inimigos do povo, e que atuam para se protegerem contra denúncias dos crimes que estes e outros cometem, buscando blindagem ou formas de impunidade, com anistias ou redução de penas para além dos presos por atos golpistas, num momento em que Polícia Federal, Receita e outros órgãos atuam com vigor junto com STF e instituições judiciais, para dar resposta adequadas a organizações criminosas e os poderosos que estão por trás e prejudicam o Brasil. É bom salientar que mesmo sobre pressão externa dos Estados Unidos e de Trump, com tarifas injustas e sanções discutíveis, para socorrer criminosos golpistas, o governo Lula e o STF estão com a maioria das população defendendo nossas instituições e democracia, dos ataques e dos que persistem por meio do Legislativo, em prosseguir com o golpe da direita, contra o povo e os interesses dos brasileiros, como ocorre ao tentar sabotar esforços do governo em favor do povo. Esse é o difícil contexto em que estamos, e que revela toda a complexidade de nossa democracia e das estruturas do poder, ameaçadas pela influência criminosa, pela direita, e pelos planos de potências ou segmentos ligados ao capital financeiro especulativo, ideológico e perverso, até no âmbito externo.






Assim caminhamos para eleição de 2026, com um horizonte de incertezas e turbulências fortes, com poderes numa guerra e comprometendo o projeto de nação que os brasileiros elegeram, mas para além disso, e a continuar como agora, o cenário trás riscos graves ao próprio futuro do Brasil, de uma forma geral e preocupante. O caso do Banco Master e a compra fraudulenta de ativos pelo BRB, ou a tentativa de incorporação deste, são um exemplo de como as relações promíscuas e recursos do Estado, andam juntas, bem como, trazem prejuízos reais até para instituições como o STF, num momento em que a Globo e parte das mídias adeptas as táticas e métodos lava jatistas,, atacam e tentam destruir reputações e com isso imobilizar ou chantagear parte do judiciário e membros de outros poderes e instituições, de forma sistêmica e com base em mentiras, e falsas acusações, ou aproveitando-se de insatisfações de membros do Congresso, parte deles envolvidos em crimes, o que atesta a continuidade de projetos golpistas e aliados aos interesses de banqueiros é da Faria Lima, com vistas a sucessão de 2026, e a alavancagem de uma candidatura de direita.

O país está em ebulição e quem tem compromisso com a democracia e o povo, deve estar atento e apto a defender o processo eleitoral justo, e nossas estruturas democráticas, para bem do povo e do país, do Brasil soberano e autônomo.