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O mais falacioso de todos, o presidente do BC - Banco Central, Campos Neto dá entrevista e age politicamente, a cada vez que fala expõem um motivo diferente para não baixar o juros que graças em parte a ele, destrói a economia e faz a miséria aumentar no Brasil, talvez o objetivo seja atrapalhar o governo Lula, é o que pensam alguns, e dizem ainda, por consequência dá lucro à banqueiros e especuladores, já há outros que acham que ele está a pavimentar as eleições de 2024, para preparar a volta do grupo que o nomeou ao BC.
Diz Campos Neto, que é a obrigação dele no BC, usar o juros altíssimo para controlar a inflação, mas dezenas de outros países tem inflação anual de 2 dígitos e os juros muito mais baixo que o nosso de 13,75% ao ano, diga-se de passagem, o maior do mundo (em taxa real/efetiva, descontada a inflação), e aqui temos miséria e desemprego assolando o povo, enquanto nos outros países, geralmente o povo tem renda e não estão largados como nós, mesmo com inflações muito maiores que a nossa, em alguns casos.
Campos Neto, usa a falácia de que a inflação é de demanda, economistas dizem que não, as indústrias fechando, o comércio estagnado, a maior parte do povo sem poder comprar, e o desemprego nas alturas, são provas de que não há demanda, e os riscos de parada maior das atividades econômicas, são reais. Mas o juros nas alturas é pra reduzir o consumo, diz o Copom - Comitê de Políticas Monetárias do BC!
Ele, Campos, ainda tenta culpar o governo, e diz, que seu papel é combater a inflação. Ele esquece que a tão falada autonomia do BC, exige dele compromisso com a sociedade como um todo, não só com o mercado de capitais, e que o BC tem que zelar pelas condições de equilíbrio e desenvolvimento econômico do país, não fomentar sua destruição, com atitudes insensíveis conforme alerta o presidente Lula. Se é a dívida do governo, que o BC baixe o juros a patamar razoável e deixe que o governo corra atrás dos recursos para financiar sua dívida sem concorrer com outros tomadores, como as indústrias, a construção civil e outros setores produtivos, que também reclamam da atua política monetária.
Como isso (a dívida do governo, ou a tal falada inflação de demanda), não é a causa real para o juros altos atuais e injustificáveis, a maior taxa de juros do mundo como já foi dito, e que só trás lucro à banqueiros, ficam claras as falácias de Campos Neto, que está no cargo graças a omissão do Congresso, cobram algumas lideranças, mesmo diante de nossa miséria e destruição em curso, argumentam parte dos críticos e alguns economistas, de forma muito consistente diga-se de passage.
Representando uma verdadeira retomada ao desenvolvimento e ações sociais urgentes, o Brasil sobre o comando do presidente Lula, em seu terceiro mandato, tem muito o que comemorar e se rejubilar, mesmo em meio a severas dificuldades políticas e econômicas (principalmente), e de segurança ou divisões sociais, que representam obstáculos adicionais a melhores condições de vidas e evolução social do povo brasileiro, num cenário internacional desafiador e conflituoso, e com o Brasil prejudicado em sua imagem interna e externa.
Pouco mais de 3 (três) meses após graves ameaças à nossa democracia e as nossas instituições, quando grupos bolsonaristas ainda sob as diretrizes e violência estimulada por Bolsonaro desde início de seu desgoverno, investiram como loucos contra o STF, o Congresso, e o Palácio do Planalto, destruindo tudo ao seu alcance, inspirados pelas obras do Jair, enquanto mandatário da nação, que durante seu governo pouco fez de edificante.
Ainda assim o Brasil mostra a sua capacidade de superação e reinvenção, se permitindo governa por pessoas mais sérias e comprometidas com os destinos do povo, retomando uma caminhada mais equilibrada e desenvolvimentista, sem deixar de lado a urgente necessidade de cuidar das pessoas mais pobres e abandonadas pela gestão Bolsonaro, e pelos políticos e grupos que o apoiaram em suas ações loucas e desmedidas.
Neste sentido há muito que celebrar nos 100 dias do Governo Lula, em muitas frentes, como com as ações de combate ao desmatamento, ocupação de terras indígenas, defesa do meio ambiente com reestruturação dos órgãos de proteção ambiental e controle de atividades relacionadas, e também no resgate e proteção de comunidades e povos indígenas, algumas em situações trágicas como as vividas pelos Yanomamis, submetidos a situações desumanas e a ações criminosas, que se desenrolaram e estabeleceram na gestão Bolsonaro, e são alvos de apurações e processos pelos órgãos de justiça, dentre outros.
Merecem destaques ações de apoio aos pobres conduzidas por Lula e seus auxiliares, cumprindo promessa de campanha, com a retomada do Bolsa Família, em valores e condições melhores, com auxílio mínimo de R$ 600,00, e ampliado de acordo com o número de crianças menores, que recebem valores adicionais no novo programa (R$ 150 por filho menor de 6 anos), algo muito positivo e urgente diante das condições graves da nossa economia, ainda castigada por uma política de juros altos do Banco Central, que contribuem para dificuldades de crédito, para o desemprego, paralisação de setores produtivos, e agravamento da miséria, heranças do período bolsonarista, que dada a pouca preocupação social e a inação diante de políticas monetárias desastrosas e pouca expressão internacional, além da submissão aos interesses de especuladores, transformou-se em uma mal enorme aos brasileiros, em particular aos mais pobres. Cabe dizer que durante a reformulação e visando coibir distorções do Auxílio Brasil, foram cortados pessoas que compõem famílias unipessoais, algumas que indevidamente recebiam o auxílio, outras precisam ser revistas, há pessoas em condição de rua e dependentes da ajuda além de idosos que não são amparados por benefícios de aposentadoria, dependentes químicos em recuperação e sem assistência das famílias que vivem sós ou buscam comunidades terapêuticas com recursos do auxílio, etc.
Lula (PT) em reunião sobre novo arcabouço fiscal. (Foto: Ricardo Stuckert) - DCM
A retomada de programas de apoio a saúde, como o Farmácia Popular, a ampliação dos esforços e campanhas de vacinação, a retomada de cirurgias eletivas suspensas e com filas enormes em diversas especialidades, juntamente com o lançamento do Mais Médico para assistências a comunidades carentes e rincões brasileiros, são mais algumas das promessas de Lula, que foram implementadas nestes 100 dias.
A conclusão de casas e conjuntos habitacionais, algumas paradas desde 2016, e com muito pouco à fazer, e que são igualmente indispensáveis, é algo importantíssimo, e mais uma marca do novo governo. Também o apoio e assistências as calamidades, com milhões distribuídos para o socorro de famílias atingidas, por inundações, desmoronamentos, chuvas intensas, e calamidades, para as quais o governo Bolsonaro havia reservado no orçamento, a irrisória quantia de R$ 25 mil, podem sem destaques positivo a celebrarmos.
A retirada de empresas essenciais para a autodeterminação do Brasil e para prestação de serviços a sociedade, da lista de privatizações, com fortalecimento de bancos públicos e empresas estratégicas, é outro aspecto positivo nestes primeiros meses.
Graças a aprovação da autorização para furar o teto de gastos, que recompôs o orçamento de 2023, desidratado por Bolsonaro e seus aliados, o Governo Lula pode reorganizar ministérios e ações em prol da sociedade, combatendo a fome e a miséria, permitindo aumento das verbas para merenda escolar, recompor orçamentos para universidades e hospitais, possibilitar ações de segurança e policiamento, e ainda propor reajuste para os servidores públicos, possibilitando a retomada de uma política de reajustes reais para o salário mínimo, como nos governos anteriores do PT.
O Governo Lula ainda está projetando o país internacionalmente e retomando contatos e contratos com vários países, ampliando exportações e comércio exterior, favorecendo a nossa balança comercial, e também tem atuado institucionalmente internamente, com a ampliação do respeito e o diálogo com instituições, políticas brasileiras, com o Congresso, com o STF e o judiciário, governos e prefeitos, favorecendo o ambiente de paz e harmonia entre os poderes, ajudando a quebrar arestas e trazer outras instituições, inclusive militares ao rumo correto e esperado, dentro de uma perspectiva de instituições autônomas e democráticas.
Há no entanto muitos problemas para serem corrigidos, para além da ampliação de cotas raciais, e o retorno da atenção às minorias, onde destacamos a falta de uma melhor atuação na comunicação institucional, a indefinição de limites adequados aos abusos nas redes sociais, e uma maior abrangência de isenções tributárias com reajustes dos valores das faixas de isenções na Tabela de Isenção do IRPF, é algo importante, tanto quanto uma política tributária mais justa que não penalize trabalhadores e taxem os mais ricos.
Mas são apenas 100 dias, vamos esperar que o governo faça os ajustes e ações ainda esperadas ou prometidas, e corrija as distorções e erros ainda existentes, contudo, já são de fato muitos feitos deste novo mandato de Lula, que promete ainda muito mais benefícios e vitórias para nosso povo.
Por mais de quatro anos o governo Bolsonaro foi palco de enormes ataques a democracia, as instituições brasileiras, o próprio então presidente fez ameaças e gestos criminosos contra ministros do STF, contra o conjunto de leis do nosso país, fomentou violência política e transformou pessoas simples em loucos apoiadores dispostos a criar o caos, isso é o que apontam muitos processos em investigações e os fatos recentes, inclusive segundo políticos e autoridades, com provas cada vez mais consistentes a medida que os acontecimentos ocorrem e o povo brasileiro fica exposto a vergonha, humilhações, injustiças e muitas perdas.
Mais do que fake news ou campanhas de ódio que funcionaram como motivadores e bandeira para criminosos bolsonaristas, Bolsonaro e seus aliados, principalmente os mais próximos como o ex-ministro Anderson Torres, recentemente preso pela PF após decisão do STF, proferida pelo ministro Alexandre de Moraes, foram responsáveis pela contaminação das instituições, como parcelas significativas das Forças Armadas, dentre outras como as polícias militares, ou a PRF - Polícia Rodoviária Federal, que deram demonstrações de graves omissões e/ou conivências que hoje são apuradas, e que permitiram cenas tão deploráveis das invasões e destruições ocorridas em Brasília no DF, no último dia 08 de janeiro, e condenadas por todos verdadeiros cidadãos brasileiros e pelo mundo, algo que não deve e não pode ficar sem resposta adequada e punições na forma da Lei. O Brasil é maior que o bolsonarismo, e que os gestos extremos que tem encontrado guarida onde não deveria!
Como um gesto de auto proteção e demonstração de covardia, o Jair Messias hoje acostado em refúgio nos EUA, na Flórida, ainda insiste em mais versões mentirosas dos acontecimentos recentes, como nas muitas mentiras que alimentaram ódios e divisões e serviram para suas más intenções, enquanto ele mesmo usava de dissimulações para se proteger, como as atuais e nada convincentes, e até desconectadas com a realidade. Vem outra vez atacar as instituições, as urnas que outrora o elegeu e aos seus aliados, disfarça suas responsabilidades como mentor e incitador dos atos inconstitucionais e violentos, e pretende com isso, insinuar ou dizer que os atos do dia 08, ou anteriores de plena violência e ilegalidade, são cometidos por "infiltrados de esquerda em manifestações legítimas de seus correligionários", mentiras absurdas.
Não há e nunca houve legalidade e paz nos movimentos bolsonaristas, que se colocavam e colocam contra as leis e questionavam resultados de processos democráticos, algo ilegal e tipificado na Constituição, e que sob seu comando e durante sua gestão, contavam com apoio e proteção das instituições e pessoas sobre suas ordens. Também não há "infiltrados", as imagens e os dados revelados sobre os criminosos presos, e que ainda estão sob investigações, mostram serem de autoria de pessoas ligadas a sua horda de apoiadores, não sendo espontâneos mas estimulados, pessoas que o acompanham desde 2016, ou 2018, muitos deles aparecem com perfis e ações de incitação a violência e a contestação da democracia em redes sociais, e que a partir dos resultados do segundo turno em 31.10 último, ficaram mais intensos e com cara de golpe.
Os fatos e resultados das investigações sobre os crimes em Brasília e suas conexões em vários estados, dão conta que os inúmeros discursos de golpe e esperada intervenção militar pelo Exército e demais forças, não eram de todos vazios (só faltaram apoios cruciais), e que os radicais se sentiam seguros e protegidos pelas estruturas de governos ligadas a Bolsonaro e sob comando de seus auxiliares (alguns diretos como Anderson Torres, ou general Augusto Heleno), e mesmo depois do fim do seu mandato tramavam perturbar a ordem pública, gerar o caos e permitir uma intervenção militar, que chegou a ser discutida ao que parece, e em razão da minuta de decretação inconstitucional de Estado de Defesa, para imobilizar demais poderes e intervir nos resultados das eleições, destituindo o TSE e seu presidente Alexandre de Moraes, de suas competências legais. Uma minuta de um golpe certamente, que Bolsonaro, Anderson Torres, Valdemar da Costa Neto presidente do PL, precisam explicar e responder judicialmente pelas destrutivas e ilegais intenções, e não há espaço para desculpas de que não são de suas responsabilidades estes atos criminosos, discutiram e tinha conhecimento de medidas e intenções ilegais a serem perpetradas ao tempo da diplomação e posse do presidente Lula.
O Estado de Direito deve prevalecer e a unidade do povo e dos representantes deve existir entorno da defesa das instituições democráticas brasileiras, para tanto, os crimes cometidos por Bolsonaro e todos os que os cercam, e que premeditam ou estimulam ataques as bases da democracia, incluindo auxiliares e militares envolvidos (ainda que por omissões deliberadas e descumprimento do dever), devem ser severamente punidas junto com os inúmeros presos em seus atos de destruição no Planalto, e em outros eventos anteriores e após estes. É o momento de limpar as instituições dos que destroem o propósito de suas existências e integração ao Estado, mas pelas leis e devidos processos, nos livrando das pedras que atrapalham a caminhada dos brasileiros.
Alguns dos que foram presos, por questões humanitárias foram liberados, ainda assim nem todos parecem ter aprendido com os fatos que ocorreram, e claro que ainda há organizadores e financiadores atuando e de alguma forma esperando se beneficiarem, também no aguardo de novas instruções para cumprirem ordens doentias e cegamente, com novos ataques as instituições brasileiras. E ao olharmos os dados e informações de alguns dos que estão presos na Papuda, cai por terra as mentiras de Bolsonaro, sobre a autoria e o comando a quem estavam submetidos, e também nisto reside a razão de militares estarem se furtando a agirem, com seus parentes ou colegas da ativa e ex-colegas da reserva, hoje lutando ilegalmente nas fileiras do bolsonarismo doentio. Vejam só:
Bolsonaristas presos
Agenor Pisetta
Agenor - post Facebook
Outro preso na Papuda, Agenor Pisetta, está na lista dos bolsonaristas responsáveis pelos atos criminosos e inadmissíveis em Brasília.
Pisetta casado e com 59 anos, bolsonarista raiz, com perfil no Facebook, defendeu tratamentos não recomendados a Covid19, publicou posts negando a existência da Ditadura de 64, e participou nos atos do 7 de setembro também.
Como temos mostrado, os envolvidos nos atentados do dia 08, estão vinculados ao Bolsonaro desde 2018 no mínimo, são negacionistas e nada se assemelham aos tais infiltrados inventados por Jair Bolsonaro, numa ação midiática e de fake news, para se furtar a violências incentivadas por ele e praticadas por seus loucos apoiadores.
Segundo informações das autoridades no DF, o bolsonarista Ademar Bento Mariano, se encontra preso na Papuda por envolvimento nos atos terroristas do dia 8.
Com base nas informações, apuramos que o mesmo reside no Paraná, e foi pleiteante candidato a vereador em 2016, o soldado Bento concorreu com o número 22.222 a uma vaga à Câmara de Vereadores de Querência do Norte, consta como casado e nascido em Maringá - PR. O "patriota" agora ocupa uma cela numa prisão do DF, após os atos criminosos com investigações em curso.
Este seria um dos identificados e presos nos atos terroristas do dia 08.01, segundo informações repassadas e lista de detidos, ele se chama Ademir Domingos Pinto da Silva, sua conta no Twitter é AdemirDomingos9, segundo apuramos, e nela se mostra crítico ferrenho ao PT, reside no Rio Grande do Sul em Gravataí.
O mesmo ainda segundo informações, foi micro empresário, proprietário de uma empresa de vendas de acessórios para celular em SP. A AMG Acessórios de Celulares.
Sua participação nos atos criminosos está sob investigação pela PF, seu nome consta entre os recolhidos à Papuda.
Na nossa postagem anterior a posse do Presidente Lula, nós anunciamos o fim do governo Bolsonaro, e nos aliviamos com isso, mas como já havíamos dito antes ainda seriam necessários os enfrentamentos do terrorismo que se manifestou pelos atos bolsonaristas de contestação das nossas bases democráticas.
Lula tomou a posse em 01 de janeiro, numa festa linda e voltada para a justiça social, o combate aos problemas críticos que afetam o povo brasileiro, pela liberdade e manutenção dos poderes e bases democráticas do Brasil.
Na subida da rampa e no desfile em carro aberto, com o povo representado e multidões em paz, festejando a democracia e louvando o amor pelo Brasil, por nosso povo e nossos valores, foram demonstrações claras e fortes de que assumia um governo popular, legítimo, comprometido com o que espera a maior parte dos brasileiros, mesmo diante de ameaças e riscos amplamente divulgados nas redes pelos radicais bolsonaristas, ou pela inadequada e criminosa permanência de violentos acampados em frente aos quartéis do Exército, e no QG, para pedir intervenções golpistas à margem da Constituição e das Leis do Brasil.
Após a posse e nos dias que se seguiram, parcela significativa da população ainda celebrava, e grande maioria dos eleitores brasileiros assistiam esperançosos as posses dos ministros do novo Governo Lula, mas também compreendendo as dificuldades que teriam que enfrentar, e os primeiros atos que mostravam e mostram, a disposição de fazer o correto para atender as necessidades da população, manifestadas pelos eleitores, tomando medidas e editando decretos no sentido de cumprir as promessas de campanha, e priorizar os mais necessitados.
Lula editou decretos, revogando e anulando medidas absurdas e danosas do antigo Governo Bolsonaro, com relação a armas e destruição das nossas reservas e do meio ambiente, especialmente na Amazônia Legal, ou outros para análise dos indevidos sigilos decretados por Bolsonaro, provavelmente para esconder supostos crimes, além de proteger aliados e políticos co m atitudes prejudiciais aos brasileiros. Além disso e de forma urgente, Lula decretou o aumento do benefício pago a famílias carentes, para no mínimo R$ 600 ,00, com possibilidade de ser ainda maior e também atender mais famílias carentes.
Uma semana de realizações e demonstrações de trabalho, com repercussões positivas em várias partes do mundo, com muito sinais de boa vontade e de reaproximação do Brasil, que muito tempo passou à margem como pária devido ao governo de destruição e sombras de Bolsonaro, que fugiu para os EUA deixando os cofres quebrados, pautas e medidas bombásticas, e uma horda criminosa que maculou instituições e se infiltrou com intentos golpistas, continuamente alimentados e mantidos com gestos de Bolsonaro e seus aliados.
E uma semana depois o caos se instala no Brasil, ao menos temporariamente em Belo Horizonte primeiro, ontem em São Paulo (em pouquíssima proporção) e numa escala sem precedentes hoje em Brasília, numa grande escala e efetiva demonstração de golpismo seguida de muita destruição e ataques as instituições, com uma enorme invasão ao Congresso, STF e Palácio do Planalto, em meio a uma cidade convenientemente desguarnecida e mesmo após avisos e riscos diagnosticados, até pela cúpula do novo governo, mas sem aparente atenção do governador Ibanêis, e claras omissões criminosas do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, que fez a PM e as forças de segurança de Brasília, "colaborarem" para uma crise sem precedentes.
Os manifestantes "pacíficos", que algumas diziam ser participantes de atos legítimos, mostraram todo seu ódio e repúdio doentio as instituições democráticas, ao povo e suas escolhas, e como bando de criminosos que são os bolsonaristas galgaram um degrau e patamar que os elevaram a verdadeiros terroristas, cuidados e mimados por alguns servidores do Estado, militares inclusive, e financiados por outros igualmente criminosos, sejam políticos ou empresários, ruralistas ou armamentistas, mas que não se preocupam com os danos e prejuízos causados ao Brasil, ao povo, aos quais expuseram a violências, por meios de ladrões e até assassinos procurados que integram as hordas terroristas que foram guiadas, estruturadas e conduzidas a Brasília hoje.
O movimento contudo fracassou e uma grande reviravolta com os poderes constituídos reagindo fortemente a tentativa de golpe perpetrada pelos terroristas bolsonaristas, após apoio interno de muitas instituições e manifestações internacionais que não coadunam com as palavras dissimuladas de Bolsonaro em nota nos EUA, ou pelas insuficientes desculpas bizarras do governador de Brasília - DF.
Lula não estava em Brasília onde omissões ocorreram e permitiram e Barrosostes atos loucos. O clamor que é ouvido em todas as partes, é para que os criminosos que destruíram com terrorismo, tenham que responder por todos atos, criminal e civilmente. Lula que ainda em visita há áreas atingidas por chuvas em SP, determinou imediata intervenção na Segurança Pública de Brasília, e por meio de decreto mostrou reações mais organizadas do Estado aos crimes em curso.
Agora os que depredaram e ameaçaram a democracia devem arcar com todas as suas responsabilidades! A AGU e o Governo Lula estão à frente dos esforços para combater e punir os terroristas bolsonaristas, com o apoio e a ativação de protocolos em defesa das instituições, conduzidos também pelos presidentes do Congresso e da Câmara, e principalmente pelo STF através da Ministra Rosa Weber, e de outros ministros como Alexandre de Moraes, Barroso e Gilmar Mendes, também apoiados pelos presidentes e membros do STJ - Superior Tribunal de Justiça, TCU - Tribunal de Contas da União, TSE - Tribunal Superior Eleitoral, TST - Tribunal Superior do Trabalho, e até mesmo pelo STM - Superior Tribunal Militar.
Como resultado além da intervenção constitucional por meio do decreto de Lula, centenas de prisões de terroristas pelas forças policiais, o Ministro Alexandre de Moraes atendendo a AGU, decretou afastamento do governador de Brasília por 90 dias, prisão de ônibus que transportaram criminosos ao DF, liberação de todos os pontos ocupados por bolsonaristas no Brasil em 24 horas, identificação e prisão em flagrante de todos os terroristas, assim como os presidentes do Congresso e da Câmara determinaram reunião de urgência. Também muitos governadores de estados se manifestaram, alguns disponibilizando efetivos de segurança estaduais para as providências e apoios necessários as autoridades federais em Brasília, numa forte reação ao golpismo.
Os que elegeram Lula, precisam estar vigilantes e prontos para defender a sua legítima escolha e a Constituição do nosso país, no que o Estado não conseguir e não se fazer presente para impor as medidas que possibilitem paz ao Brasil.
Na política e para os brasileiros ainda com muita tensão, provocada pela insensatez e pela ascensão da violência que ocupou espaços de poder e trouxe muito sofrimento e dores ao nosso povo, graças ao governo desastroso de Bolsonaro, e seus seguidores "bolsonaristas", que até bombas tentaram explodir e causar mais possíveis mortes, para além de todas as outras que ocorreram por conta de excessos e agressões a opositores, e as decorrentes dos mal feitos e desmandos do presidente, seus ministros, parte dos militares, seus aliados políticos no Congresso e fora, e apoiadores em vários segmentos sociais, cúmplices de crimes e desgovernos, como os que são de alguma forma responsáveis pelos milhares de mortos durante a pandemia de Covid19.
Bolsonarista acusado de terrorismo no DF - Foto Sítio Metrópoles
Crimes e violências que afetaram os brasileiros, inclusive ainda são causa de incertezas e dores até hoje. Algo que independente da "fuga do Bolsonaro", em sua viagem dissimulada para os EUA, em meio a movimentos ainda presentes nas portas de quartéis, nas ruas e nas mídias, por parte de uma minoria extremista e que age como "loucos violentos", doentes e transtornados, "capazes de matar e fazer guerra", mas nutridos e incentivados por pessoas que desejam o caos por interesses políticos e econômicos, por status e poder, no chamado mercado (com especuladores, lucrando com a destruição social), ruralistas, madeireiros e garimpeiros ilegais, armamentistas, segmentos evangélicos, e pelo próprio Bolsonaro, de forma dissimulada ou explícita e criminosa.
Os atos contra democracia, as prevaricações, os desvios, e responsabilidades inclusive por mortes e miséria, e uso irregular de recursos e cargos públicos, devem e precisam ser alvo de investigações, por isso Bolsonaro sabe que precisa fugir, no mínimo para esperar como vão ficar os processos e acusações contra ele e seus mais próximos aliados, e outros que chegaram a cometer atentados como nos dias 12 e 24 de dezembro em Brasília, independente de posições e colorações partidárias.
A festa da virada de ano, junto com a posse de Lula, não podem ser frustradas e atacadas por quem se agarra a ilusões de poder e de país, destoantes da nossa realidade, dos tempos e fatos políticos que ocorreram e se consumaram com a eleição de Lula. Não há espaço para omissões ou desejos de golpes, não há razão para sermos submetidos as loucuras e desvarios de quem de alguma forma se fartou em meio à tantos desmandos, quem insistir em visões golpistas e criminosas devem arcar com responsabilidades criminais, e o povo deve e precisa celebrar a vitória sobre o desgoverno tenebroso de Bolsonaro e os dias de trevas que trouxe ao Brasil, que ofuscou o país no cenário internacional e causou miséria e problemas graves ao povo, com desmontes de políticas e estruturas que serviam a sociedade e ao país, e precisam e devem ser resgatadas pelo futuro governo, mesmo com dificuldades e até "chantagens políticas" como as que assistimos no episódio da aprovação da PEC do Bolsa Família, com o Congresso atuando para lucrar e manter distorções como as vistas no Orçamento Secreto (foco de irregularidades no uso de recursos por parlamentares) condenadas pelo STF, ainda que com o dito episódio torna-se clara a falta de compromisso de muitos políticos, mas que felizmente ainda pode ser contornado por Lula e seus aliados, possibilitando recursos iniciais importantes para seu governo, para os pobres e principalmente para o Brasil antes abandonado.
Lula em suas ações antes mesmo do início de seu governo, em 01.01.2023, e na escolha e composição da equipe de transição e do futuro governo, mostrou força e compromisso, e de alguma forma já preencheu vácuos de poder e governo, causados pela paralisia de Bolsonaro desde o fim das eleições. O fim em fim chegou para Bolsonaro e seu desgoverno, e que Lula seja empossado na presença de milhares e de delegações de várias partes do mundo, mostrando à todos que o Brasil tem de novo um verdadeiro líder!
Irmã de Pelé, Maria Lúcia (à dir.) mora com a mãe Celeste (à esq.) em Santos (SP) — Foto: Reprodução/Twitter e Patrícia Cruz - Sítio do G1
Após semanas de internação e muita expectativas, morreu Edson Arantes do Nascimento, Pelé, o maior jogador de futebol de todos os tempos. O rei Pelé que estava com 82 anos e bem debilitado, tratava um câncer, não resistiu a complicações de seu quadro de saúde e faleceu em 28.12, seu velório ocorrerá em São Paulo na sede do Santos Futebol Clube a partir do dia 02.01.2023.
O mundo se despede e demonstra o profundo respeito pela partida deste ilustre brasileiro, que por meio do futebol tornou-se um ícone e exemplo de pessoa e esportista. Adeus Pelé!
O Papa emérito Bento XVI morreu hoje e a Igreja está de luto. Francisco que havia pedido orações pelo seu antecessor quando do agravamento de sua saúde aos 95 anos, deverá realizar parte das cerimônias de despedidas (missa póstuma) durante o funeral de Bento XVI previstos para dia 05.01.2023 no Vaticano. O Papa que teve coragem e bastante compromisso com a Igreja Católica, ao renunciar anos atrás, permitindo a eleição de seu sucessor, o atual Papa Francisco (o precursor de importantes e recentes transformações na Igreja), tem em fim sua paz.
Bento XVI ficará marcado na história e na vida dos católicos, por seus gestos e pela produção literária, filosófica e teológica, ampla e rica.
Deus
o tenha consigo! Cumpriu sua missão e atendeu aos desígnios do Espírito
abrindo caminho para Francisco e muitos cristãos, em suas missões por
Jesus.
Foto: Sergio Lima/AFP - reproduzido da Carta Capital
Nem assumiu ainda, Lula já se depara com movimentos e jogadas orquestradas por alguns grupos, os objetivos são claros e nada louváveis, assumirem o controle do Estado e das instituições para paralisar Lula e seu governo, mantendo privilégios e poderes por meio da negação de espaços, e ao anular o protagonismo social que poderiam resultar em mudanças concretas, em inclusão social, e melhorias dos indicadores sociais, por meio de recursos e ferramentas institucionais e públicas, como almeja e prometeu Lula fazer em seu projeto de governo.
Ataques de bolsonaristas - reprodução sítio da Fórum
Com este intuito estão em cursos várias ações conflituosas, programadas e pensadas a partir de interesses de cada grupo, segmento ou estabelecimento, dentro dos conjuntos de atores e forças econômicas, sociais e políticas, envolvidas no processo de resistência a mudanças no poder. Grupos que não estão necessariamente articulados e mutuamente colaborativos, mas organizados e com projetos próprios, alguns até bem conhecidos por parcela significativa da sociedade e suas estruturas, às vezes também ocultos ou dissimulados como no caso dos militares e suas corporações (clube de oficiais, etc), diferentemente de partidos e grupos políticos como os conhecidos como Centrão, ou os ideológicos, políticos, sociais, como os bolsonaristas (nos referimos aos grupos militantes de direita, para além de instituições que os apoiam ou financiam, e que encabeçam ações ilegais). Além destes há os representativos de dois setores econômicos que lucram muito a partir das mazelas, subsídios e desvios de recursos públicos que deveriam ser destinados ao amparo social e atendimento de direitos básicos da população brasileira menos assistidas, mas que são revertidos a importantes jogadores destes ditos segmentos, com grandes volumes de recursos usados para fins de apoio ou benefício direto a estes e seus interesses, que são conhecido como "mercado" e "agronegócio", sejam por subsídios e isenções, ou por elevadas taxas de juros como remuneração a investimentos, muitos dos quais especulativos.
A questão dos militares, é urgente e há instrumentos legais que permitem coibir suas pretensões golpistas, mas exigem atuação conjunta de outras instituições TSE e outros entes do Judiciário, uma posição firme das lideranças do Congresso (a despeito de parcela deste ser pró golpistas, o que é um problema), e manifestações de total apoio a Constituição para preservar o direito de posse e governabilidade do presidente eleito, Lula, aliadas a posicionamentos firmes da comunidade internacional, dos movimentos sociais e de classes no Brasil, preparando segmentos da população para também se manifestarem em breve em prol do respeito aos resultados das eleições e da democracia brasileira.
Vale mencionarmos alguns segmentos da imprensa usadas por estes grupos, que são os principais focos de resistência ao projeto recém eleito e encabeçado por Lula, e são principalmente representados pelos bolsomínios ensandecidos e estimulados, pelos políticos partidários de extrema direita e fisiologistas como os do Centrão, ou os militares e suas estruturas de influência e poder (especialmente na cúpula dos comandos), e parcela significativa do que se conhece como agronegócio, cada qual destes com suas motivações e interesses pouco legítimos. Não que estejamos desconsiderando outras resistências e outros segmentos, mas é nítida a inconformidade e tentativas de mudar por meios até violentos os resultados das urnas, de forma antidemocrática, até criminosa e intensa, as ações dos grupos citados, uns de forma mais sofisticadas e dissimuladas como as do mercado, ao tentar impedir e por limites ao Governo Lula, antes mesmo de sua posse, e por meio do controle financeiro muito restrito e intensamente regulado ou limitado, desprezando os efeito sociais perversos de tais práticas.
O mercado como se conhece, tem em suas definições uma das faces mais perversas do capital, a dos especuladores, associados e até parecidos com seus primos próximos, os rentistas, e os agiotas do sistema financeiro e do mercado de capitais e dos grandes clubes e fundos de investimentos, focados em enormes lucros de curto prazos, interessados diretos no uso dos recursos públicos em favor de si mesmos, ainda que ao preço e as custas de muita destruição, de milhões de desempregados, milhões de miseráveis com fome e sem assistência social, sem saúde, educação, moradia e saneamento, ou sem segurança pública. Para o mercado e seus perversos agentes, a prioridade são seus lucros bilionários, gigantescos e imediatos, independente de quantos morram de fome e na miséria, como ocorreu com os lucros dos bancos e acionistas de empresas públicas durante a pandemia de Covid19, e nem pensam que resgatar milhões de tais condições, é garantir sustentabilidade e desenvolvimento para um futuro não tão distante, o que seria bom também para o tal mercado, mas principalmente para o Brasil, o que lhes guiam é o poder e os lucros já, sob seu controle absoluto.
Lula está certo, não podemos assistir morte e a miséria de brasileiros, por conta de interesses imediatos e do egoísmo de alguns barões do mercado, que agem aliados a políticos e governantes corruptos. O Estado deve realizar investimentos que se revertam em crescimento e inclusão social já. Confrontar estes que tentam destruir a democracia e se apropriar do poder, é um desafio urgente, o enfrentamento deve se dar desde já e seguir especialmente como prioridades de Lula, mesmo que buscando a pacificação do Brasil (em termos de sociedade), tais exemplos de golpismos precisam receber um tratamento duro e segundo a Lei, para que sejam realmente neutralizados e a pacificação social possa ocorrer sem suas interferências negativas e destrutivas.
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O que querem manter estes grupos, e como?
São muitas os objetos de interesses dos mencionados grupos, assim como os meios e formas que usam para manterem, ou tentar manterem a qualquer custo, o controle do Estado, o poder e a possibilidade de como direcionar os recursos públicos, e a despeito de interesses maiores da sociedade, do povo brasileiro, e se preciso com a total imobilização do futuro Governo Lula, por meios diversos, desde a pressão e os protestos com desordem nas ruas, a chantagens institucionais por forças ou poderes de Estado usados indevidamente ou de forma adversa e criminosa, sejam estes as Forças Armadas, ou outras instituições (TCU, PRF só para exemplificar), assim como por uso de instrumentos legais associados a decisões influenciadas negativamente no Congresso pelos grupos citados e representantes destes interesses.
Poderíamos citar inúmeros exemplos de interesses dos grupos que resistem as mudanças propostas por Lula, também poderíamos citar muitos de seus expedientes, mas vamos nos ater aos que pensamos ser destaques, ou mais importantes para caracterizar suas ações, especialmente as mais recentes e intensas.
Os "patriotas bolsomínios" querem manter o status do governo que finda "sob o comando de Bolsonaro", com todas as distorções de prioridades, que favorecem segmentos sociais "elitizados" em detrimento dos mais pobres, promovem destruição ambiental e crimes por lucros e explorações irregulares de recursos naturais, favorecem o segmento armamentistas, e deixam ricos mais ricos que que já são, com a miséria atingindo a maior parcela da população de uma forma direta ou indireta, e que se daria com a permanência do projeto bolsonarista, mesmo que nos custe a estabilidade democrática e a mutilação das instituições e da nossa Constituição. Claro não é só isso e de forma tão sintética, mas dá uma boa ideia das razões para as violências praticadas pelos tais bolsomínios.
É de interesse dos militares tornar o Governo Lula, intimidado e de alguma forma refém das forças, como se desta forma pudessem instituir sua própria agenda, que sob o Governo Bolsonaro lhes foram extremamente favoráveis, com milhares de cargo no governo, e militares interferindo em políticas com oficiais em cargos importantes na estrutura do Executivo, mesmo com prejuízos e ameaças ao sistema democrático e a instituições como nos ataques ao STF, com uso da imagem das FFAA, ou do Exército, para este fim e com estímulo do próprio Presidente Bolsonaro, que por meio dos militares também fez uma enorme bagunça na gestão da crise da Covid19, e seus quase 700 mil mortos, sem falar nas compras "ilícitas" (Cloroquina, Viagra, picanha, cervejas, bonecos Rambo, etc), envolvendo militares e nas áreas internas aos quartéis, mostrando desvios e privilégios entre militares, que precisam ser combatidos e controlados sem multiplicação de indiciplinas e desvios.
Foto reprodução do sítio Brasiil247 - Militares brasileiros
Segmentos do agronegócio, pouco sustentável (pela forma de uso da terra e pela destruição ambiental que alguns promovem) e voltado em muitos casos a exportação, tentam bloquear qualquer medida de regulação de estoques para consumo interno, querem inibir possíveis taxações sobre as exportações e bloquear mediadas de proteção ambiental ou de regulação e distribuição de terras a comunidades quilombolas, indígenas e a populações campesinas, como se não existissem compromissos sociais e ambientais a serem implementados para o bem do Brasil. São destrutivos e egoístas e lutam para manter o Brasil como pária mundial, sem responsabilidades com o planeta e a vida, apenas por lucros enormes para si mesmos e retenção de grandes áreas de terras pouco produtivas, eventualmente usadas de forma especulativa. Estes chegam a patrocinar grupos armados e conflitos, ameaças a religiosos, ou a lideranças e camponeses, assim como financiam bloqueios que hoje ainda são vistos em várias localidades do Brasil.
O que se sucedeu diante das falas de um suposto apoiadores de golpes, ministro do TCU Augusto Nardes, não é desprezível e merece ações institucionais urgentes, pois ele não tem condição de permanecer no cargo, após o áudio público incentivando levantes ("confronto decisivo", mediante conflito social violento) e com apoio dos ruralistas e militares, e políticos bolsonaristas, é grave e mostram que nossa análise sobre quem participa e patrocina o golpismo, que tem sido realizada e divulgada já faz tempo e inclusive nas redes sociais, é muito oportuna e pertinente, reforça que deve-se evitar provocações e exigir punições pelas instituições, para coibir golpistas e a violência que praticam e se tornam mais graves e arriscadas para o Brasil.
Com interesses em manter o poder e controle sobre o uso do orçamento federal, políticos de direita e do Centrão impõem sua capacidade de formar maiorias, ou impedir a aprovação de projetos contrários as suas agendas, que passa pelo comando da Câmara e ou do Senado, e a manutenção das vergonhosas políticas de trocas e vendas de apoios, a exemplo do tal Orçamento Secreto, com milhões destinados sabe-se lá a quem e ao que, retirando recursos essenciais das áreas sociais, apesar de ser provavelmente inconstitucional e muito injustificável. Estabelecer limites ao Governo Lula é a estratégia para forçar a barganha indecente com o Legislativo, as recentes manifestações do Presidente da Câmara Arthur Lira e de Ricardo Barros deputado do PL, são exemplos deste jogo difícil e ruim para o país. O povo é quem fica em segundo plano neste jogo!
Deputado Ricardo Barros, Presidente Jair Bolsonaro, Ministro Ciro Nogueira, e Deputado Arthur Lira (foto reprodução das redes sociais)
E o mercado, não é menos indecente e perverso. Na crise de desconfiança criada artificialmente e no mau humor de "investidores", especuladores, reside o desejo de determinar fontes de ampliação dos lucros com operações financeiras e mercados de capitais, sendo beneficiados e remunerados com altas taxas de juros, ou em operações que drenam recursos públicos para a ciranda financeira e especulação, a prejuízo da sociedade e sem responsabilidade social, e o fazem com pressões sobre o Congresso e a população, engessando o governo e obstruindo medidas, e por agendas e legislações restritivas, fundamentadas em polêmicas e falsas alegações, a partir do conceito de responsabilidade fiscal. Lula nem assumiu e já querem impor suas agendas!
Nas suas agendas vem o conceito de que qualquer ação social de socorro ou assistência as populações mais vulneráveis, estão condicionadas ao teto de gastos, a tão falada responsabilidade fiscal, que nada mais é que a garantia de pagamento de juros a investidores, o deslocamento de recursos de áreas essenciais para rolagem da dívida pública sempre com altas taxas de juros, para permitir o refinanciamento por especuladores, e sem espaço para uso de recursos como investimentos, ainda que urgentes e indispensáveis para romper este ciclo de limitações, como dissemos ignorando que tais investimentos na sociedade e no bem estar da população, volta para nossa economia através de impostos, do desenvolvimento e aumento do PIB. Felizmente há quem defenda formas de permitir os investimentos que pretende fazer o Lula, mesmo a contra gosto do mercado. O presidente deve acima de tudo honrar seus compromissos, e garantir o bem estar social aos brasileiros.